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Em Belém (PA), Brasil recebe nova doação da Suíça ao Fundo Amazônia

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Neste domingo (9/11), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, participam do evento “Presença Suíça na COP30”, que anunciará a nova doação do país ao Fundo Amazônia. O valor da contribuição é de 5 milhões de francos suíços, aproximadamente R$ 33 milhões. A agenda terá início às 15h30, no Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém (PA). 

Estarão presentes também o embaixador da Suíça no Brasil, Hanspeter Mock, o embaixador suíço para o Meio Ambiente e chefe da delegação suíça na COP30, Felix Wertli, além do secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, e a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.

FUNDO AMAZÔNIA – Maior iniciativa de Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal do mundo, o Fundo Amazônia é gerido pelo BNDES, sob coordenação do MMA. Sua atuação concilia proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e melhoria das condições de vida da população amazônica. 

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O Fundo já apoiou 144 projetos, beneficiando mais de 600 organizações comunitárias e cerca de 260 mil pessoas, sendo uma referência mundial em cooperação para o clima, com investimentos em ações de prevenção ao desmatamento, monitoramento e fiscalização, ordenamento territorial, manejo florestal, bioeconomia, inclusão produtiva, valorização dos saberes tradicionais e fortalecimento de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

📰 CREDENCIAMENTO – Jornalistas interessados em cobrir presencialmente o evento devem preencher o formulário de credenciamento disponível aqui.  

Caso haja dúvidas no cadastro, os interessados podem enviar e-mail para [email protected], com nome, veículo, função, documento de identificação e celular.

SERVIÇO

Em Belém (PA), Brasil recebe nova doação da Suíça ao Fundo Amazônia

🗓️ Data: Domingo, 9 de novembro
Horário: 15h (Horário de Brasília)
📍 Local: Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém (PA)

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Preço da ureia recua pela sexta semana consecutiva nos portos brasileiros em meio à demanda global enfraquecida

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O mercado brasileiro de fertilizantes segue registrando movimento de queda nos preços da ureia. De acordo com análise da StoneX, as cotações do produto nos portos nacionais recuaram pela sexta semana consecutiva, acompanhando um cenário internacional marcado por demanda mais fraca e menor intensidade nas negociações.

Apesar da retração observada nas últimas semanas, os preços permanecem acima dos níveis registrados antes da escalada das tensões no Oriente Médio, evidenciando que fatores relacionados à oferta global continuam exercendo influência sobre o mercado.

Ureia acumula queda de 25% em seis semanas

Segundo o analista de fertilizantes da StoneX, Tomás Pernías, os preços da ureia nos portos brasileiros já acumulam queda próxima de 25% nas últimas seis semanas.

O movimento é resultado, principalmente, da postura mais cautelosa dos compradores, que seguem avaliando os preços atuais como elevados em comparação aos níveis históricos e enfrentam relações de troca menos favoráveis para o produtor rural.

Esse cenário tem reduzido o volume de negócios e contribuído para o enfraquecimento da demanda, pressionando as cotações no mercado internacional e, consequentemente, no Brasil.

Demanda global mais fraca influencia mercado

A desaceleração das compras em importantes regiões consumidoras tem sido apontada como o principal fator de pressão sobre os preços da ureia.

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Mesmo com alguns elementos tradicionalmente considerados positivos para o mercado, a demanda internacional não apresentou força suficiente para sustentar uma recuperação consistente das cotações.

Entre os acontecimentos acompanhados pelo setor esteve a nova licitação promovida pela Índia, um dos maiores importadores mundiais de fertilizantes nitrogenados. Historicamente, as compras indianas costumam dar suporte aos preços globais.

No entanto, segundo a avaliação da StoneX, a operação não foi capaz de alterar a tendência predominante de baixa, reforçando a percepção de que o mercado internacional atravessa um período de demanda enfraquecida.

Oriente Médio continua sustentando parte dos preços

Embora a demanda seja atualmente o principal direcionador do mercado, fatores relacionados à oferta continuam limitando uma queda mais expressiva dos preços.

As restrições logísticas decorrentes das tensões geopolíticas no Oriente Médio permanecem afetando o fluxo internacional de fertilizantes, especialmente após os impactos observados na navegação pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o comércio global de insumos agrícolas.

A limitação nas operações logísticas da região reduz a disponibilidade de produtos nitrogenados no mercado internacional, incluindo ureia, amônia e enxofre, contribuindo para manter os preços acima dos patamares anteriores ao conflito.

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Produtores acompanham oportunidades de compra

No mercado brasileiro, o movimento de baixa tem sido acompanhado de perto pelos produtores rurais, especialmente aqueles que começam a planejar as aquisições para as próximas safras.

Mesmo com a recente desvalorização, muitos compradores seguem aguardando melhores oportunidades diante da expectativa de novas correções de preços e das atuais relações de troca consideradas menos atrativas.

Perspectivas para o mercado de fertilizantes

A tendência para os próximos meses dependerá do equilíbrio entre demanda e oferta global.

Caso o consumo internacional permaneça enfraquecido, os preços da ureia poderão continuar sob pressão. Por outro lado, eventuais agravamentos nos problemas logísticos do Oriente Médio ou interrupções no fornecimento global podem limitar novas quedas e voltar a dar sustentação às cotações.

Para o agronegócio brasileiro, o comportamento do mercado de fertilizantes continuará sendo um dos principais fatores de atenção, já que os insumos representam parcela significativa dos custos de produção das principais culturas agrícolas do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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