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Em passagem por Cuiabá, Aranyn faz show no Teatro Zulmira com ingresso solidário

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A cantora e compositora cuiabana Aranyn – destaque na chamada nova MPB, produzida em Mato Grosso – alcançou novos voos, mas segue honrando esta terra. E é por isso que, no próximo dia 10 de julho, quarta-feira, às 20h, fará um grande show no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, com entrada solidária: 1kg de alimento não perecível.

No show, além de músicas autorais, Aranyn trará sucessos da Música Popular Brasileira, do POP nacional e internacional, com uma pitada de música eletrônica. Além da anfitriã, a noite terá a participação das convidadas especiais Deize Águena, Paula Shaira e Izafeh.

Para assistir ao show, é necessário retirar o ingresso gratuito pela plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/aranyn-show-no-teatro-zulmira-canavarros/2521609) e trazer o alimento não perecível diretamente na portaria do Teatro Zulmira Canavarros.

A cantora não esconde a ansiedade, com a aproximação da grande noite. “É um sonho antigo realizar um show neste formato na cidade onde nasci, que tenho família e muito afeto. Tenho certeza que será muito especial”, comenta.

A proposta é oferecer ao público uma experiência musical inovadora e vibrante. “Esse formato [em teatro] é muito interessante para proporcionar ao público um show cativante e confortável, ideal para contemplar os caminhos que as histórias das músicas vão contando”, contextualiza Aranyn.

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O show ocorre em parceria com a Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Assembleia Social/ALMT) e com o Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, além dos apoiadores Joelson Peixaria, site Cuiabá Tem e Ópera Dance.

“Aranyn nos procurou com um projeto musical lindo, que valoriza a produção mato-grossense e imprime a delicadeza dela própria na iniciativa. Abrimos as portas do teatro, demos todo o apoio e temos certeza que será um show emocionante, ainda mais com convidadas tão especiais da nossa terra”, comenta a superintendente da Assembleia Social e diretora do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, Dani Paula Oliveira.

Sobre Aranyn

A cantora e compositora atualmente mora em São Paulo (SP), onde estudou Teatro, Canto, Atuação para TV e Cinema e Teatro Musical. Em suas redes sociais (https://www.instagram.com/a.r.a.n.y.n/) e canal de Youtube (https://www.youtube.com/@AranynC), ela compartilha seus projetos musicais de covers e músicas autorais.

Seu trabalho de estreia na música, o single ‘Sexta-feira’ está disponível nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple Music e Tidal) e tem videoclipe no Youtube. Na produção audiovisual lançada em 2021, Aranyn atuou como co-diretora, roteirista e atriz principal.

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No projeto Aranyn Sessions, a artista apresenta releituras de canções e compositores que a inspiram. Na primeira temporada, realizada em 2020, interpretou canções de Djavan e Dua Lipa, além de um clássico do blues feminino. Na segunda temporada, estreou com hit pop de Miley Cyrus e apresentou releituras de Marina Sena e Luedji Luna, revelações da música brasileira, além de sua mais nova canção autoral ‘Cores’.

Aranyn também é idealizadora e autora do vídeo-poesia ‘SOLAR’, contemplado em edital da Lei Aldir Blanc 2020. Como atriz, integrou o elenco das séries ‘3%’ e ‘De volta aos 15’ e ‘Bom Dia, Verônica’, da Netflix, além de ‘Aruanas’, da Globoplay. Também foi modelo em campanhas publicitárias para grandes marcas.

SERVIÇO

Show com Aranyn e convidadas

Data: 10 de julho (quarta-feira), às 20h

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, anexo à ALMT

Ingressos: retirar entrada gratuitamente pela plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/aranyn-show-no-teatro-zulmira-canavarros/2521609) e trazer 1kg de alimento não perecível diretamente na portaria do teatro

Informações: @a.r.a.n.y.n no Instagram


Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Telefone: (65) 3313-6876


Fonte: ALMT – MT

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CST debate desembargos ambientais à agricultura familiar em Mato Grosso

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A Câmara Setorial Temática (CST) do Desembargo Ambiental da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, nesta quinta-feira (16), uma reunião com a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, para discutir os procedimentos relacionados aos desembargos ambientais e ao licenciamento ambiental simplificado.

O debate teve como foco a implementação da Lei Complementar nº 830/2025 e da Lei nº 13.349/2026, que estabelecem regras para a regularização ambiental e o licenciamento simplificado destinados a agricultores familiares e pequenos produtores rurais. Também foram discutidos os desafios enfrentados pelo Estado na execução do Código Florestal e na consolidação de um modelo que concilie proteção ambiental, segurança jurídica e inclusão produtiva.

A Lei Complementar nº 830/2025 estabelece tratamento diferenciado, simplificado e proporcional para infrações ambientais cometidas por agricultores familiares e proprietários de imóveis rurais com até quatro módulos fiscais que desenvolvam atividades agrossilvipastoris. A norma busca conciliar a regularização ambiental com a permanência da produção no campo.

Já a Lei nº 13.349/2026 instituiu o regime de Licenciamento Ambiental Simplificado para atividades agropecuárias desenvolvidas por agricultores familiares e pequenos produtores rurais. A medida é destinada às propriedades que atendam aos critérios de sustentabilidade estabelecidos pelo órgão ambiental estadual, com o objetivo de tornar mais ágil o processo de licenciamento, sem abrir mão das exigências legais.

Para aderir ao novo regime, os proprietários deverão cumprir uma série de requisitos, entre eles manter o imóvel inscrito e regular no Cadastro Ambiental Rural (CAR), não possuir embargos ambientais vigentes na área da propriedade e apresentar declaração de conformidade ambiental, assumindo responsabilidade civil e administrativa por eventuais danos ambientais causados.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, afirmou que os desafios enfrentados por Mato Grosso na regularização ambiental e nos desembargos refletem um problema nacional relacionado à implementação do Código Florestal. Segundo ela, o tema tem sido debatido em nível federal, em reuniões realizadas em Brasília com representantes do Ministério da Gestão e da Inovação, do Serviço Florestal Brasileiro e dos estados da Amazônia Legal e de Mato Grosso do Sul, em busca de soluções para aperfeiçoar a execução da legislação ambiental.

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A gestora apresentou dados do Painel de Regularização Ambiental, que apontam mais de 8,3 milhões de imóveis inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR) em todo o país, mas com menos de 10% das análises concluídas. Em relação à área cadastrada, apenas 7,25% tiveram a análise finalizada.

Para a secretária, os números demonstram a complexidade da implementação do Código Florestal e as dificuldades enfrentadas pelos órgãos ambientais diante de lacunas na legislação, da pressão da sociedade e de orientações divergentes dos órgãos de controle, o que exige equilíbrio para cumprir a lei sem comprometer a segurança jurídica e a efetividade da política ambiental.

Mauren Lazzaretti afirmou que Mato Grosso construiu um modelo próprio para conciliar a proteção ambiental com a realidade dos pequenos produtores rurais, transformando o desembargo ambiental em uma oportunidade de regularização. Segundo ela, o objetivo é promover a inclusão produtiva sem abrir mão dos compromissos com o desenvolvimento sustentável, destacando que as medidas adotadas pelo Estado não representam anistia nem retrocesso na legislação ambiental.

A secretária também defendeu que as iniciativas previstas na Lei Complementar nº 830/2025 sejam adotadas de forma mais homogênea pelos demais entes federativos. De acordo com ela, a falta de uniformidade na aplicação das normas pode levar ao questionamento, em âmbito nacional, de atos administrativos praticados por Mato Grosso, como embargos, desembargos e licenças ambientais. Por isso, pediu o apoio da Assembleia Legislativa para fortalecer a defesa do modelo adotado pelo Estado.

Ela afirmou ainda que Mato Grosso se consolidou como referência nacional na regularização ambiental de imóveis rurais, independentemente do tamanho das propriedades. Segundo ela, levantamentos do Climate Policy Initiative (CPI), organização que acompanha, desde a implementação do Código Florestal, o desempenho dos estados na análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA), colocam Mato Grosso entre os estados mais inovadores e com avanços contínuos tanto na validação dos cadastros quanto na regularização ambiental.

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Lazzaretti destacou que os maiores avanços na validação dos cadastros ocorreram em Mato Grosso, São Paulo e, mais recentemente, no Paraná, resultado da adoção da análise automatizada dos processos. Ela ressaltou que, diferentemente dos estados das regiões Sul e Sudeste, Mato Grosso enfrenta desafios muito maiores em razão da dimensão territorial e da complexidade ambiental, o que torna os resultados ainda mais expressivos.

A secretária também enfatizou que o trabalho desenvolvido pelo Estado recebeu reconhecimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que acompanha, por meio da ADPF 743 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), a implementação do Código Florestal nos estados da Amazônia e do Pantanal. Segundo ela, decisões do ministro André Mendonça destacam os avanços de Mato Grosso no cenário nacional da regularização ambiental.

Entre os encaminhamentos definidos durante a reunião está a parceria entre a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) para atuar, por meio da Câmara Setorial Temática (CST) do Desembargo Ambiental, na criação de uma mesa técnica destinada à discussão de soluções relacionadas aos desembargos ambientais.

A iniciativa tem como objetivo construir propostas e aperfeiçoar a legislação, buscando garantir maior segurança jurídica e mecanismos que favoreçam a regularização ambiental e beneficiem os proprietários rurais.

Fonte: ALMT – MT

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