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Embrapa da Baixada Cuiabana terá novo parceiro no combate à insegurança alimentar da população pantaneira

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, informou que o Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) será o novo parceiro da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Baixada Cuiabana.

O anúncio ocorreu durante reunião com o diretor do INPP, Leandro Battirola, nesta quinta-feira (25), na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília-DF.

O objetivo da parceria será a implementação e integração de políticas públicas para combater a insegurança alimentar e nutricional na Baixada Cuiabana e região pantaneira. A iniciativa contará com a colaboração do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) para a disponibilização do banco de dados do Cadastro Único (CadÚnico), a fim de apoiar o desenvolvimento de tecnologias, a entrega de alimentos e a capacitação e qualificação dos produtores rurais.

“Com base nos dados do CadÚnico, conseguiremos identificar as deficiências e fazer intervenções certeiras. A ideia é associar cooperativas e associações locais, levando a Embrapa para dentro do território, conectando ciência e políticas públicas. O INPP será essa ponte: garantindo que tecnologia, insumos ou até mesmo comida saudável cheguem à mesa das famílias do Pantanal”, destacou o ministro Carlos Fávaro durante a reunião.

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Participaram da reunião o subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do Mapa, Fernando Soares; o assessor Marco Campaella; a professora da Universidade Federal de Mato Grosso, Patrícia Nogueira; a diretora de Programa da Secretaria-Executiva do MDS, Maíra Magalhães; e a suplente de deputada estadual, professora Graciele.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Mercado de algodão opera com cautela no Brasil diante de incertezas externas e custos em alta

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O mercado brasileiro de algodão apresentou um ritmo mais moderado na última semana, refletindo a cautela de compradores e vendedores diante das incertezas no cenário externo. Apesar do ambiente mais conservador, houve registro de negócios no mercado disponível e também interesse antecipado para a safra 2025/26, conforme levantamento da Safras & Mercado.

Preço do algodão registra leve alta no mercado interno

Na quinta-feira (16), a cotação do algodão no CIF São Paulo girava em torno de R$ 3,95 por libra-peso, representando uma alta semanal de 0,51% em relação aos R$ 3,93 por libra-peso registrados na semana anterior.

No interior, em Rondonópolis (MT), o preço da pluma foi cotado a R$ 122,93 por arroba, equivalente a R$ 3,72 por libra-peso. O valor representa um avanço de R$ 0,56 por arroba na comparação com a semana anterior.

Comercialização avança no Mato Grosso, principal produtor nacional

De acordo com dados do Imea, a comercialização da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 92,10% até o dia 13 de abril.

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O resultado representa avanço em relação ao mês anterior, quando o índice estava em 87,06%, e se aproxima do desempenho registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 92,65%.

Para a safra 2025/26, a comercialização já alcança 65,60%, acima dos 58,57% registrados em março e também superior ao índice de 56,83% observado no mesmo período do ano anterior.

Já para a temporada 2026/27, os negócios atingem 13,93%, mostrando evolução frente aos 7,43% registrados no mês anterior, embora ainda próximos do patamar de 14,67% observado no mesmo período do ano passado.

Custos de produção do algodão seguem em alta no estado

Além da dinâmica de mercado, os produtores também enfrentam pressão nos custos de produção. Segundo relatório mensal do Imea, referente a março, o custo para a safra 2026/27 em Mato Grosso foi estimado em R$ 19.027,27 por hectare.

O valor representa aumento em relação a fevereiro, quando os custos estavam em R$ 18.276,36 por hectare, reforçando a necessidade de planejamento financeiro e gestão eficiente nas propriedades.

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Incertezas externas mantêm agentes do mercado cautelosos

O cenário internacional ainda é um fator determinante para o comportamento do mercado de algodão. As incertezas externas têm levado compradores e vendedores a adotarem uma postura mais prudente, reduzindo o ritmo das negociações.

Mesmo assim, o mercado segue ativo, com negócios pontuais no curto prazo e interesse antecipado nas próximas safras, indicando continuidade da demanda, ainda que com maior seletividade.

Produtor acompanha mercado com foco em estratégia

Diante desse cenário, o produtor brasileiro mantém atenção redobrada sobre o mercado, equilibrando oportunidades de comercialização com os custos crescentes e a volatilidade externa.

A tendência é de um mercado sustentado, porém com negociações cautelosas, exigindo decisões estratégicas para garantir rentabilidade ao longo das próximas safras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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