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Escassez de oferta impulsiona alta de mais de 20% no preço do feijão carioca, aponta Cepea

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Produção limitada pressiona o mercado e eleva valores do feijão carioca

Após um início de ano marcado pela recuperação do preço do feijão preto, o mês de fevereiro apresenta um cenário de destaque para o feijão carioca. De acordo com levantamento do Cepea, os preços do grão registraram um aumento superior a 20% em relação à média de janeiro. Em algumas regiões, a valorização já ultrapassa os 30%, refletindo a escassez de oferta e o aumento da demanda.

Fatores que sustentam a valorização do feijão

Pesquisadores do Cepea apontam que a elevação dos preços está diretamente ligada às dificuldades de colheita e à redução nas áreas cultivadas da primeira e da segunda safra. Esses fatores combinados têm limitado a oferta interna e impulsionado a valorização do grão, configurando um dos menores níveis de disponibilidade da última década.

Produção nacional é a menor em quatro anos, segundo Conab

Informações divulgadas pela Conab indicam que a safra brasileira de feijão deve alcançar 2,97 milhões de toneladas, o menor volume desde a temporada 2021/22.

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Mesmo ao somar os estoques iniciais e as importações, a disponibilidade total do grão no país é estimada em 3,09 milhões de toneladas, configurando o menor nível dos últimos dez anos, desde 2015/16, quando o volume foi de 3,04 milhões de toneladas.

Perspectivas para os próximos meses

Com a oferta restrita e a demanda aquecida, o cenário indica que os preços do feijão carioca devem permanecer em alta nas próximas semanas. O mercado segue atento à evolução da segunda safra e às condições climáticas, fatores que poderão influenciar diretamente o ritmo de reposição da oferta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Há quantos pescadores registrados na Amazônia Legal?

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O Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) reúne informações sobre as seguintes categorias de registro: Pescador e Pescadora Profissional Artesanal, Pescador e Pescadora Profissional Industrial, Embarcação de Pesca, Armador de Pesca, Empresa Pesqueira e Aquicultor e Aquicultora. São informações públicas destinadas ao monitoramento e à transparência dos dados do setor pesqueiro.

Foto: Kelmer Passos
Foto: Kelmer Passos

Na Amazônia Legal, há 1.016.237 pescadores e pescadoras artesanais registrados. A disposição é a seguinte:

 

  • Acre (21.343);
  • Amapá (28.757);
  • Amazonas (147.295);
  • Mato Grosso (17.909);
  • Pará (432.353);
  • Rondônia (12.195);
  • Roraima (9.888);
  • Tocantins (9.453) e 
  • Maranhão (337.044).

 

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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