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Escavadeiras Link-Belt garantem eficiência e economia em colheita florestal no interior paulista

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As escavadeiras da série X3E da Link-Belt vêm ganhando espaço nas operações florestais do interior de São Paulo, especialmente na região de Itapeva, reconhecida como polo estratégico para a produção de madeira destinada às indústrias de papel, celulose e construção civil. Com tecnologia avançada, robustez e eficiência operacional, os equipamentos têm se mostrado fundamentais para produtores que buscam produtividade com menor custo de operação.

Versatilidade no campo e além da colheita

As escavadeiras são amplamente utilizadas na colheita de eucalipto e pinus, operando com garras traçadoras e cabeçotes multifuncionais. Além disso, podem ser aplicadas em serviços de limpeza de área, corte de madeira, terraplanagem e até mesmo em obras de infraestrutura. Essa multifuncionalidade é um dos principais diferenciais da série X3E.

Produtor paulista investe em frota com seis escavadeiras

À frente da Itario Terraplanagem, o produtor rural e empresário Perseval Rodrigues dos Santos utiliza escavadeiras da Link-Belt desde 2013. Sua empresa atua em uma área de 300 hectares no sudoeste paulista com atividades de colheita florestal, limpeza de terrenos e corte de madeira.

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Atualmente, sua frota conta com seis escavadeiras da série X3E: duas do modelo 180X3E e quatro do 210X3E, sendo três delas adquiridas recentemente junto à LASS Máquinas, concessionária da marca em Tietê (SP).

Economia de combustível como diferencial competitivo

Segundo Perseval, o baixo consumo de combustível é um dos pontos mais atrativos dos modelos X3E, aliado à versatilidade para o uso de diferentes implementos. Ele destaca ainda a presença da terceira linha hidráulica pré-instalada, que pode receber extensões adicionais, permitindo a instalação de equipamentos específicos para a colheita florestal.

Tecnologia reduz custos e aumenta durabilidade

De acordo com Elvis Secco de Marchi Binotti, gestor da LASS Máquinas, as escavadeiras da Link-Belt apresentam o menor consumo de combustível do mercado nacional, graças ao sistema hidráulico inteligente, que regula automaticamente o fluxo conforme a necessidade da operação. “Quando não é exigida potência máxima, a máquina reduz o consumo, garantindo uma economia expressiva”, ressalta.

Além do desempenho econômico, os equipamentos contam com diferenciais importantes para o setor florestal:

  • Estrutura reforçada para trabalhos pesados;
  • Sistema de filtragem de ar e combustível com quatro filtros primários, que protegem o motor contra poeira e impurezas;
  • Opção de instalação de uma terceira ou até quarta linha auxiliar hidráulica, ampliando a variedade de implementos;
  • Itens de segurança para motor, cilindros e vidros, com proteções extras contra queda ou enrosco de galhos.
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Essas características não apenas aumentam a durabilidade das máquinas, como também oferecem mais segurança ao operador durante as atividades em campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil caminha para produzir 16 milhões de toneladas de frango

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A avicultura brasileira deve superar pela primeira vez a marca de 16 milhões de toneladas de carne de frango em 2026, ao mesmo tempo em que amplia exportações e recupera mercados afetados pela influenza aviária no ano passado. O crescimento aumenta a responsabilidade dentro das granjas: uma falha sanitária localizada pode produzir consequências comerciais para uma cadeia que vende seus produtos a mais de 150 países.

As projeções mais recentes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indicam produção entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas neste ano. Se alcançar o limite superior, o Brasil produzirá 5,6% mais que as 15,289 milhões de toneladas registradas em 2025.

O País já é o maior exportador mundial e o terceiro maior produtor de carne de frango. Para 2026, os embarques podem alcançar 5,875 milhões de toneladas, crescimento de até 10,3% sobre as 5,324 milhões de toneladas exportadas no ano passado.

A recuperação ficou evidente nos números recentes. Somente em julho, o Brasil embarcou 519,2 mil toneladas de carne de frango, aumento de 29,9% na comparação com o mesmo mês de 2025. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, foram 3,455 milhões de toneladas, crescimento de 15,2%.

Parte dessa forte variação, entretanto, decorre de uma base de comparação atípica. Em 2025, o primeiro foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial brasileira levou importantes compradores a suspender temporariamente as importações.

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O episódio foi registrado no Rio Grande do Sul e rapidamente controlado, mas demonstrou como um problema sanitário em uma única propriedade pode ultrapassar os limites da granja e atingir frigoríficos, exportadores e produtores de diferentes regiões do País.

Mercados importantes que haviam adotado restrições retomaram as compras. Em julho deste ano, a China voltou a ocupar a primeira posição entre os destinos do frango brasileiro, com 70,5 mil toneladas. A União Europeia comprou 36,8 mil toneladas no mês. Ambos estavam fechados ao produto brasileiro no mesmo período de 2025.

É nesse cenário que a ABPA voltou a reforçar, durante a campanha do Dia do Avicultor, comemorado na sexta-feira (28.08), a necessidade de manutenção permanente das medidas de biosseguridade nas propriedades.

Entre os cuidados estão o controle de entrada de pessoas e veículos, higienização de equipamentos, restrição da circulação dentro das granjas, acompanhamento constante das aves e comunicação imediata aos órgãos de defesa sanitária diante de qualquer suspeita.

Para o produtor, biosseguridade deixou de representar apenas proteção do próprio plantel. O status sanitário brasileiro influencia diretamente a abertura e a manutenção de mercados e, consequentemente, a demanda das agroindústrias pelos animais produzidos no campo.

A dimensão econômica explica a preocupação. Somente a produção brasileira de carne de frango gerou Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 112,6 bilhões em 2025.

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E a expansão não ocorre apenas na produção de carne. O Brasil também deverá produzir até 64,8 bilhões de ovos em 2026, crescimento de 4,1% sobre os 62,253 bilhões registrados no ano passado.

O consumo interno acompanha esse movimento. A estimativa é de que cada brasileiro consuma, em média, 48,1 quilos de carne de frango neste ano, ante 46,7 quilos em 2025. No caso dos ovos, o consumo deve passar de 288 para 301 unidades por habitante.

As primeiras projeções para 2027 apontam continuidade do crescimento. A produção de carne de frango pode chegar a 16,6 milhões de toneladas e a de ovos, a 66,5 bilhões de unidades.

O avanço reforça a importância econômica da avicultura, mas também aumenta a exposição do setor a problemas sanitários. Depois do alerta de 2025, o desafio é crescer sem permitir que a expansão do número de aves e da produção seja acompanhada por aumento do risco sanitário.

Para o avicultor, essa vigilância começa na porteira. Em uma cadeia cada vez mais dependente do comércio internacional, procedimentos rotineiros de biosseguridade dentro de cada granja ajudam a proteger não apenas os próprios animais, mas o acesso de toda a produção brasileira aos mercados compradores.

Fonte: Pensar Agro

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