Mato Grosso

Escola de Saúde Pública forma 43 técnicos de enfermagem em MT

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A Escola de Saúde Pública de Mato Grosso, unidade vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), formou 43 técnicos de enfermagem. O curso habilitou os profissionais para desenvolverem competências essenciais no atendimento à população.

A seleção dos alunos foi feita por meio de um edital público. Cerca de 3.211 candidatos passaram por uma análise documental, carta de intenção e entrevista. Desses, 43 alunos foram selecionados para realizarem o curso, que foi dividido em três turnos, sendo eles matutino, vespertino e noturno.

Os formandos cumpriram uma carga horaria de 1.800 horas, sendo 1.200 horas de atividades teóricas ou práticas e mais 600 horas de estágio obrigatório, para que recebessem a habilitação profissional em técnico de enfermagem.

Por meio da formação, os alunos desenvolveram competências e habilidades em diferentes cenários de aprendizagem, como salas de aulas, laboratórios de habilidades de enfermagem e unidades de saúde nos três níveis de Atenção à Saúde (Primária, Secundária e Terciária).

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A superintendente da ESP-MT, Silvia Tomaz, destacou a importância da formação de profissionais habilitados para atuar na Saúde Pública de Mato Grosso.

“A oferta deste curso representa um compromisso institucional da SES e da Escola de Saúde Pública com a qualificação dos profissionais da saúde. A iniciativa tem como foco a formação técnica com excelência desses profissionais, alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e à legislação vigente para o exercício profissional”, destacou.

O formato do curso visa o desenvolvimento de todas as habilidades de enfermagem, conforme preconiza a Lei do Exercício Profissional para Técnicos em Enfermagem.

A formanda Laura Dias ressaltou que o curso foi essencial para que ela e os outros formandos possam atuar profissionalmente com competência e sensibilidade.

“Essa formação foi essencial para que hoje possamos dizer com orgulho: somos técnicos em enfermagem, prontos para servir com responsabilidade, técnica, amor e humanidade. Agradeço a Deus por ter nos permitido viver o cuidar da enfermagem e gratidão ao Governo de Mato Grosso, que nos proporcionou essa oportunidade, através da Escola de Saúde Pública. Que nossa trajetória inspire outros a acreditar no poder da educação e na grandeza de quem escolhe cuidar”, concluiu.

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*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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