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EUA alertam para risco de sequestro e crimes violentos no Brasil

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Mar do Rio exibe águas cristalinas e atrai multidões às praias
Tomaz Silva/Agência Brasil

Mar do Rio exibe águas cristalinas e atrai multidões às praias

O Departamento de Estado dos Estados Unidos  atualizou o alerta de viagem para o Brasil em maio de 2025, reforçando o nível de cautela por causa do aumento nos crimes violentos e risco de sequestro. O aviso recomenda que turistas americanos evitem regiões de fronteira, áreas periféricas e o uso de transporte público, especialmente à noite.

A atualização foi feita no site do governo dos EUA e inclui novos registros de sequestro com pedido de resgate envolvendo viajantes americanos. O comunicado destaca ainda casos recorrentes de violência urbana, assaltos à mão armada, tráfico de drogas e atuação de facções criminosas.

Entre os locais mais perigosos, estão áreas a até 160 km das fronteiras do Brasil com países como Bolívia, Venezuela, Peru e Colômbia. A exceção fica por conta do Parque Nacional do Iguaçu e do Pantanal, que seguem liberados para visitação.

Regiões periféricas e transporte público também preocupam

O documento também orienta que turistas não entrem em favelas, comunidades ou vilas, mesmo em passeios organizados. O risco de violência nessas áreas é classificado como ” extremo “. Segundo o alerta, nem a polícia, nem agências de turismo podem garantir a segurança nesses locais.

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As chamadas “ cidades satélites ” de Brasília, como Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá, são citadas como áreas de risco alto, principalmente no período entre 18h e 6h. O governo americano orienta que funcionários que trabalham no Brasil evitem essas regiões sem autorização especial.

O uso de ônibus públicos também é desaconselhado. O alerta menciona o alto número de roubos e agressões dentro desses veículos, especialmente à noite. Locais como caixas eletrônicos, bancos e centros de transporte urbano são considerados pontos de atenção.

Os Estados Unidos registraram casos de turistas drogados e assaltados após encontros marcados por aplicativos ou em bares. Os criminosos utilizam sedativos em bebidas para dopar as vítimas antes de praticar os crimes.

O aviso orienta que visitantes evitem andar sozinhos à noite, frequentar bares e boates desacompanhados, caminhar por praias após o pôr do sol e exibir objetos de valor, como joias e relógios.

O governo americano ainda recomenda que turistas façam um plano de segurança antes de viajar, mantenham contato frequente com amigos ou familiares e se inscrevam no programa de alerta da Embaixada dos EUA.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Videocast ‘Turistando’ debate acolhimento e inclusão de viajantes neurodivergentes

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Para quem trabalha com turismo, o verdadeiro diferencial está na excelência do atendimento a todos os perfis de visitantes, especialmente aqueles que demandam cuidados específicos, como pessoas neurodivergentes (com autismo, TDAH ou dislexia, entre outros diagnósticos).

O novo episódio do videocast “Turistando” já está disponível no YouTube e no Spotify e mostra como pequenas mudanças de atitude e ambiente, baseadas no inédito “Guia para Atender Bem Turistas Neurodivergentes” podem transformar a experiência em cada negócio.

O documento foi desenvolvido a partir de uma pesquisa nacional, conduzida pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com o Ministério do Turismo. O levantamento foi realizado entre fevereiro e março de 2026 e contou com mais de 760 participantes, entre pessoas neurodivergentes, familiares e profissionais da área.

Para debater o assunto, o episódio reúne a coordenadora de Turismo Responsável do Ministério do Turismo, Tatiana Oliveira, e Wagner Saltorato, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE) e representante da Apae Brasil (FENAPAES).

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Ao longo do bate-papo, Tatiana Oliveira explicou que a capacitação profissional e a empatia são as principais ferramentas de transformação sugeridas na publicação, sem que os estabelecimentos precisem necessariamente realizar grandes investimentos financeiros. “A cadeia do turismo deve lidar com a diversidade e oferecer boas experiências, e o Guia vem justamente para orientar os negócios sobre como acolher esse público com maior cuidado e respeito. A inclusão não envolve grandes investimentos em infraestrutura física; basta promover mudanças comportamentais para gerar um impacto positivo na experiência do turista. Nesse cenário, os profissionais do setor têm um papel fundamental na transformação que buscamos”, destacou a coordenadora.

Já Wagner Saltorato celebrou o impacto social do documento de abrangência nacional. “O turismo é uma atividade relacional e precisamos ter caminhos de diálogo em todo o setor turístico, abrindo possibilidades de conversa para que as pessoas neurodivergentes possam se manifestar. É sempre na relação que a previsibilidade ocorre e, quando a pessoa é acolhida, o lugar se torna mais seguro”, enfatizou o representante.

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Com o novo Guia, hotéis, restaurantes e prestadores de serviços de todo o Brasil ganham um aliado prático para instruir suas equipes no dia a dia.

Clique AQUI e confira o episódio completo do “Turistando”. A conversa também está disponível no Spotify!

O Guia para Atender Bem Turistas Neurodivergentes pode ser baixado neste link.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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