Educação

Evento destaca valorização dos profissionais da educação

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), promoveu o 1º Encontro Nacional dos Centros de Formação da Educação Básica, entre os dias 7 e 10 de outubro. O evento ocorreu no auditório do edifício da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em Brasília, e reuniu cerca de 70 representantes dos centros de formação estaduais, distrital e das capitais, além de técnicos e gestores do MEC.  

O encontro teve como principal objetivo fortalecer e articular os centros de formação em todo o país, estimulando integração e troca de experiências, metodologias e boas práticas entre diferentes regiões. A iniciativa faz parte do Programa de Formação de Diretores e Técnicos da Educação Básica (Proditec), voltado à valorização e à formação continuada dos profissionais da educação.  

Segundo o coordenador-geral de Formação de Gestores e Técnicos da Educação Básica do MEC, Roberto Júnior, o evento representa uma mudança importante na política de formação do país. “O grande objetivo deste encontro é aproximar os centros de formação, promovendo a troca de informações sobre as diversas ações formativas. O principal propósito é fortalecer a aproximação entre o MEC e os centros de formação, para que possamos construir uma grande rede nacional de formação de profissionais da educação.”  

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Programação – Durante quatro dias de atividades, que incluíram palestras, oficinas, painéis e momentos de socialização, os participantes discutiram temas centrais para a educação básica, como alfabetização, educação em tempo integral, formação de diretores e desafios do trabalho docente.  

A diversidade de experiências e realidades regionais foi uma das grandes riquezas do encontro. Para Maria Inez Pereira de Alcântara, da Secretaria Municipal de Educação de Manaus, o evento foi essencial para fortalecer as formações nos municípios. “O principal ganho é justamente essa aproximação entre o MEC e os centros de formação. Mostrou várias possibilidades de realizar esse trabalho de forma mais significativa para os professores e os demais profissionais da educação.”  

De Santa Catarina, Adecir Pozzer destacou a importância do intercâmbio de práticas como inspiração para os estados que estão estruturando seus centros. “Professores preparados certamente têm um impacto significativo na aprendizagem dos estudantes. É excelente ouvir tantas experiências belíssimas que ocorrem em todo o Brasil.”  

A riqueza das trocas também foi ressaltada por Clévia Suyene Cunha de Carvalho, da Secretaria Municipal de João Pessoa. “Foi uma iniciativa muito acertada do MEC essa aproximação com os centros de formação. Saímos daqui com uma bagagem ainda maior de experiências, ideias e reflexões.”  

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Para Carla Mendonça Lisboa Bernades, da Secretaria Estadual de Goiás, o encontro trouxe entusiasmo e inspiração. “Nestes dias, estamos vivendo experiências maravilhosas, marcadas pelo compartilhamento de boas práticas.” Já Geisi dos Santos Nicolau, do Rio de Janeiro, resumiu o sentimento coletivo: “É um momento único e muito importante para estabelecermos relações com diferentes centros de formação do país. O encontro está incrível.”  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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