Política Nacional

Exploração da Margem Equatorial reduzirá desigualdades, prevê Lucas Barreto

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Em pronunciamento no Plenário do Senado nesta quarta-feira (10), o senador Lucas Barreto (PSD-AP) defendeu o avanço da exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, faixa litorânea que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte. Segundo o parlamentar, a atividade pode representar uma oportunidade para reduzir desigualdades históricas na Amazônia e impulsionar o desenvolvimento econômico do Amapá.

O senador afirmou que a discussão sobre a exploração da região precisa superar divisões ideológicas e considerar aspectos econômicos, sociais e ambientais. Ele destacou o potencial de reservas de petróleo e gás na costa norte brasileira e argumentou que a atividade pode estimular investimentos, gerar empregos e ampliar a infraestrutura necessária ao crescimento regional. 

— O problema real é muito mais complexo: como administrar uma nova fronteira energética em uma região ambientalmente sensível, geopoliticamente estratégica, mas socialmente desigual. O petróleo do pré-sal da Margem Equatorial irá recolocar nossa gente na chamada “escada do desenvolvimento” — afirmou.

Lucas Barreto apontou o que definiu como “paradoxo amazônico”:

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— A exploração do petróleo e gás irá pôr fim a esse humilhante paradoxo amazônico, em que nossa população continua vivendo na pobreza sobre um território de imensas riquezas socialmente adormecidas — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Kajuru defende soberania econômica do Brasil diante de tarifas dos EUA

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (10), o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) defendeu a soberania econômica do Brasil, diante das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e das críticas ao sistema Pix. Segundo o parlamentar, as medidas exigem uma resposta baseada na defesa dos interesses nacionais, sem confrontos ideológicos ou escaladas diplomáticas.

Kajuru afirmou que a adoção de barreiras comerciais prejudica a competitividade da economia brasileira, afeta investimentos e gera insegurança para empresas e trabalhadores. Para ele, o Brasil deve utilizar os mecanismos diplomáticos e os fóruns internacionais para buscar soluções equilibradas para controvérsias comerciais.

Defender os nossos interesses não significa alimentar confrontos ideológicos nem promover escaladas diplomáticas desnecessárias; importa proteger a economia nacional, preservar mercados e assegurar condições justas de concorrência — afirmou.

O senador também destacou a importância do Pix, desenvolvido pelo Banco Central, e argumentou que o sistema representa uma conquista tecnológica do país. Segundo ele, a ferramenta ampliou a inclusão financeira, reduziu custos de transações e fortaleceu a concorrência no setor de pagamentos.

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—  A defesa do Pix, portanto, transcende a esfera financeira. Trata-se da defesa da capacidade brasileira de inovar, desenvolver tecnologia própria e criar soluções eficientes para seus desafios internos. Preservar essa conquista significa proteger um patrimônio econômico e tecnológico construído pelo país — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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