Mato Grosso

Exposição fotográfica sobre o Pantanal fica em cartaz até 30 de junho em Cuiabá

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A exposição fotográfica Pantanal +10 Águas ficará em cartaz até o dia 30 de junho, na Galeria 705, localizada na Praça da Mandioca, em Cuiabá. O evento retrata as transformações na maior planície alagável do planeta durante 10 anos (2020 a 2030), a mostra faz parte do projeto Pantanal +10, que é patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Com o tema Águas, a mostra se concentra na dinâmica hídrica do Pantanal, ilustrando como as atividades humanas afetam as águas e as comunidades ribeirinhas. A exposição conta com dezenas de fotos do fotógrafo José Medeiros e instalação com obras dos artistas Babu 78, Adriana Milano, Eugênia Vieira, Gervane de Paula, Roberto de Almeida e Odecir Leotti.

O atendimento para visitação é feito às quartas e quintas-feiras, das 18h às 21h. Também é possível fazer agendamentos pelo telefone 65 99272 0314. A Galeria 705 fica ao lado do espaço cultural A Casa do Centro, na Praça da Mandioca, na capital.

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Além da exposição, o projeto Pantanal +10 prevê o lançamento de livro e documentário sobre o tema, no mês de novembro, quando se celebra o Dia do Pantanal. A iniciativa conta com o patrocínio da Secel, por meio de emenda parlamentar do deputado Lúdio Cabral, e apoio do Ministério Público de Mato Grosso.

De acordo com José Medeiros, para além de belas paisagens, o projeto acompanha os impactos ambientais e os reflexos da crise climática no Pantanal. “É um projeto que traz reflexões sobre a urgência na aplicação de ações sustentáveis, políticas públicas e de incentivo à conservação e preservação dos recursos naturais que garantam nossa sobrevivência. O objetivo central é sensibilizar a sociedade quanto aos impactos da ação humana sobre o planeta”, explica o fotógrafo.

Serviço
Exposição Pantanal +10
Período: Até 30 de junho
Atendimento: quartas e quintas-feiras, das 18h às 21h
Telefone para agendamento: 65 99272 0314
Endereço: Galeria 705, rua Governador Rondon, 705, Centro Norte – Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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