Mato Grosso

Exposição “Mundos Sobrepostos” está em cartaz na Galeria Lava Pés

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A Galeria de Artes Lava Pés, em Cuiabá, recebe a exposição “Mundos Sobrepostos”, que une interatividade e muralismo total criado por traços fluidos e cores vibrantes do artista Luis Badaró.

Com entrada gratuita, a mostra ficará aberta ao público de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 18h, até 10 de setembro.

Badaró transformou a Galeria em uma obra de arte viva, com todas as paredes pintadas em camadas de dimensões sobrepostas de criaturas e elementos surreais. Cada canto da galeria faz parte de um grande mosaico interligado.

Para elevar a sensação de imersão, o ambiente sonoro híbrido é inspirado nos mundos criados pelo artista. Além das paredes, telas complementares apresentam detalhes ou perspectivas únicas das criaturas e elementos.

“Numa narrativa Interligada, o espaço conta uma história contínua, onde cada parede dialoga com as demais, levando o visitante a explorar diferentes perspectivas e interpretações”, explica a curadora da exposição, Jaqueline Pessoa.

A Galeria de Artes Lava Pés é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), localizada na própria sede da Secretaria, no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

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Sobre o artista

Nascido em Rondonópolis e formado em Arquitetura, Luis Badaró sempre teve proximidade com a arte de desenhar e a pintura. Seu estilo se destaca pelos traços cartunescos, que dão vida a seres inusitados – figuras inanimadas que parecem existir entre dimensões.

Em algumas de suas composições, a estética psicodélica se une a elementos da cultura mato-grossense, criando um cenário mágico e intrigante.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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