Agro News

Fertilizantes inteligentes da MaxiSolo aumentam produtividade e eficiência no manejo do solo

Publicado

MaxiSolo se destaca no mercado de fertilizantes minerais especiais

Com sede em Imbituba (SC), a MaxiSolo vem se consolidando como referência no desenvolvimento de fertilizantes minerais especiais, com foco em nutrição vegetal e manejo inteligente do solo. Líder na produção e comercialização de sulfato de cálcio no Sul do Brasil, a empresa investe em pesquisa e inovação para aumentar a produtividade das lavouras, otimizar o uso da água e valorizar a fertilidade do solo.

O portfólio da MaxiSolo é dividido em duas linhas principais: Especialidades e Standard, oferecendo formulações que fornecem nutrientes durante todo o ciclo das culturas, com maior eficiência agronômica e sustentabilidade.

Linha Especialidades: tecnologia e liberação controlada de nutrientes

Entre os destaques está o SulfaBor, fertilizante mineral misto que combina duas formas de liberação de boro — rápida e gradual — e atua como inibidor e neutralizador do alumínio no solo. Essa ação promove melhor enraizamento, aproveitamento da água e ganhos significativos de produtividade.

A tecnologia S-Controller presente nos produtos permite que os nutrientes sejam liberados de forma programada, atendendo às necessidades das plantas no momento certo. Segundo Caio Kolling, gerente de marketing da MaxiSolo, “essa liberação controlada reduz perdas, aumenta a fertilidade e melhora o desempenho das culturas, contribuindo para uma agricultura mais eficiente e responsável”.

Leia mais:  Produção de mandioca em Goiás cresce e bate recorde histórico no VBP

Outros produtos da linha, como KBMaxi e SKBMaxi, combinam boro, enxofre, cálcio e potássio em um único grânulo, garantindo equilíbrio nutricional e uniformidade na aplicação. O KBMaxi, por exemplo, possui 15% de potássio, 10% de cálcio, 8% de enxofre e 0,5% de boro.

Linha Standard: fertilizantes consolidados e aplicação prática

A Linha Standard reúne produtos como SulfaCal, SulfmaiS, Impacto S e SulfaSec, disponíveis nas formas granulada, briquetada e em pó. Estes fertilizantes são ideais para o fornecimento de cálcio e enxofre, sendo compatíveis com outras matérias-primas e facilitando a aplicação, potencializando a nutrição do solo.

Em 2025, a MaxiSolo adicionou ao portfólio o SZmaxi, fertilizante mineral granulado seco com 16% de cálcio, 12% de enxofre e 1% de zinco. O produto se destaca pela taxa de dissolução adequada, distribuição uniforme e liberação gradual de nutrientes, oferecendo praticidade e eficiência para o produtor.

Sustentabilidade e valorização do solo e da água

Segundo Caio Kolling, “nosso compromisso é oferecer soluções que ampliem o potencial produtivo das lavouras sem perder de vista a sustentabilidade. Cada produto da MaxiSolo é desenvolvido para valorizar o solo e a água, dois patrimônios essenciais da agricultura brasileira”.

Com foco em inovação e proximidade com o produtor, a MaxiSolo reafirma sua missão de transformar conhecimento em resultados no campo, levando tecnologia e eficiência para todas as etapas do cultivo.

Leia mais:  Senado aprova “Combustível do Futuro”, com foco em sustentabilidade e avanço econômico

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Cota da China se aproxima do limite e pressiona preço do boi gordo no Brasil; mercado reage com recuo nas praças e ajustes no abate

Publicado

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar pressão nas cotações da arroba ao longo da última semana no Brasil, mesmo com a oferta ainda ajustada e dificuldade na composição das escalas de abate pelos frigoríficos. O movimento é influenciado principalmente pela expectativa de esgotamento antecipado da cota de importação da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Segundo analistas de mercado, o cenário adiciona incertezas ao fluxo de exportações no curto prazo e leva a indústria a revisar sua estratégia de abate e compra de gado no país.

Possível esgotamento da cota chinesa aumenta pressão sobre frigoríficos

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, os frigoríficos já operam testando preços mais baixos diante da aproximação do preenchimento da cota anual da China, estimada em 1,106 milhão de toneladas.

A expectativa é de que esse limite seja atingido entre junho e julho, o que pode gerar uma redução temporária da demanda chinesa pela carne bovina brasileira, afetando diretamente a formação de preços no mercado interno.

“Essa cota está para ser preenchida entre os meses de junho e julho, o que deve fazer com que o Brasil passe a contar com uma ausência parcial e temporária do principal mercado para a carne bovina brasileira”, explica Iglesias.

Com isso, a indústria tende a ajustar o ritmo de abates, reduzindo turnos e elevando a ociosidade das plantas frigoríficas, em um movimento de adequação à nova dinâmica de demanda.

Leia mais:  Agro bate recorde, mas gargalos logísticos ainda consomem até 30% do custo no campo
Arroba do boi recua nas principais praças brasileiras

Mesmo com oferta limitada de animais, as cotações da arroba do boi gordo apresentaram queda em importantes regiões produtoras do país. Confira os preços registrados no dia 18 de junho na modalidade a prazo:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00/@ (-1,41%)
  • Goiás (Goiânia): R$ 325,00/@ (-4,41%)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 325,00/@ (-1,52%)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 345,00/@ (-2,82%)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 350,00/@ (-2,78%)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 335,00/@ (-2,90%)

O movimento reflete a tentativa dos frigoríficos de recompor margens em um cenário de maior incerteza no fluxo exportador.

Atacado do boi tem estabilidade, mas demanda segue sob atenção

No mercado atacadista, os preços se mantiveram estáveis ao longo da semana. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 21,70/kg e o traseiro a R$ 27,00/kg, sem variações em relação ao período anterior.

Apesar da estabilidade, analistas apontam expectativa de recuperação pontual nos próximos dias, impulsionada por fatores sazonais de consumo. Ainda assim, a menor competitividade frente à carne de frango segue como limitador para altas mais consistentes.

Leia mais:  Produção de mandioca em Goiás cresce e bate recorde histórico no VBP
Exportações brasileiras seguem em forte crescimento em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações de carne bovina do Brasil seguem em ritmo forte em junho.

Até o momento (9 dias úteis), o país exportou:

  • US$ 850,786 milhões em receita
  • 129,685 mil toneladas embarcadas
  • Preço médio de US$ 6.560,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 44,0% na receita média diária
  • Crescimento de 19,6% no volume exportado
  • Aumento de 20,4% no preço médio

Os dados reforçam a força do Brasil no comércio global de proteína bovina, mesmo em um ambiente de maior volatilidade no mercado físico interno.

Mercado do boi entra em fase de ajuste com atenção ao cenário externo

O mercado brasileiro do boi gordo encerra a semana sob influência direta do cenário internacional, especialmente das relações comerciais com a China. A possível mudança temporária no fluxo de exportações, somada aos ajustes da indústria frigorífica, tende a manter a volatilidade nas cotações no curto prazo, enquanto o desempenho das exportações segue sendo fator de sustentação para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana