Mato Grosso

Festival Sons do Araguaia premia músicos, intérpretes e compositores de músicas autorais em Mato Grosso

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O Festival Sons do Araguaia já começou a movimentar músicos, intérpretes e compositores de músicas autorais em Mato Grosso por meio de seletivas em quatro municípios. Com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel) via emenda parlamentar, o evento premia a música autoral que tem o Araguaia e suas belezas naturais e culturais como inspiração.

Somando os prêmios das seletivas e da final, a premiação total do festival chega a R$ 155 mil. A próxima etapa de seleção ocorrerá no município de Araguaiana e está com inscrições abertas até domingo (6.7).

As inscrições são gratuitas e podem participar artistas solo, duplas, trios ou bandas, dos mais variados gêneros musicais. As canções devem ser inéditas e originais, escritas em português ou em línguas indígenas brasileiras e conter obrigatoriamente a palavra “Araguaia”.

Ao se inscrever o candidato deverá indicar em qual município gostaria de concorrer. A primeira seletiva foi realizada em Confresa, no dia 28 de junho. Após Araguaiana, serão realizadas seletivas nos municípios de Nova Xavantina e Ribeirãozinho, nos dias 19 e 26 de julho, respectivamente.

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Em cada cidade, até 20 artistas serão avaliados por uma comissão técnica, e os cinco melhores de cada seletiva, além de se classificarem para a final, recebem R$ 1 mil. A grande final do festival será realizada no dia 23 de agosto, em Canarana.

Os cinco primeiros colocados vão dividir R$ 130 mil em prêmios, sendo R$ 65 mil para o primeiro lugar, R$ 35 mil para o segundo, R$ 15 mil para o terceiro, R$ 10 mil para o quarto e R$ 5 mil para o quinto colocado.

O regulamento completo, bem como o formulário de inscrição e demais orientações, estão disponíveis no site oficial do evento: festivalsonsdoaraguaia.com.br

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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