Policia Federal

FICCO/AL desarticula esquema de fraudes bancárias em Alagoas

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Maceió/AL. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (FICCO/AL) deflagrou, nesta quarta-feira (25/2), a Operação Contrato Final para desarticular um grupo especializado em fraudes bancárias e lavagem de dinheiro. A ação contou com apoio do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL).

Foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva nas cidades de Maceió, Coruripe e São Luís do Quitunde.

A investigação aponta que a organização, liderada por empresários e com a participação de um gerente da Caixa Econômica Federal, utilizava documentos falsos e empresas de fachada para obter empréstimos. Além disso, a Justiça determinou o sequestro de bens e o afastamento cautelar do agente público.

Um desdobramento da investigação revelou que o esquema envolvia a contratação de seguros de vida em nome de pessoas em situação de vulnerabilidade. 

Durante as diligências, que contaram com o apoio operacional da Polícia Militar de Alagoas, foram apreendidos veículos de luxo, armas de fogo e equipamentos eletrônicos. Os investigados poderão responder por lavagem de capitais, estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e fraudes financeiras.

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar e Polícia Penal do estado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Estado de Alagoas SR/PF/AL

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF combate descaminho de eletrônicos

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17/9), a Operação Conexão Paralela, com o objetivo de reprimir uma associação criminosa especializada na prática de descaminho, sendo responsável pela entrada de milhares de aparelhos eletrônicos no território nacional sem o devido recolhimento de impostos, além da posterior comercialização dos produtos em questão. 

Policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá/RJ.

A investigação foi iniciada a partir de denúncia recebida pelo ComunicaPF – canal para comunicação online de crimes de atribuição da Polícia Federal. As apurações revelaram que o principal operador do esquema seria um policial militar, que agia em conjunto com outros investigados.

A organização criminosa atuava por meio da introdução clandestina de aparelhos eletrônicos no Brasil, especialmente smartphones, sem o devido recolhimento de impostos. De acordo com as apurações, dezenas de milhares de dispositivos foram introduzidos no país nos últimos cinco anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa, sem prejuízo de eventuais outros delitos que venham a ser revelados no decorrer das diligências e investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] | www.gov.br/pf
(21) 2203-4404

 

Fonte: Polícia Federal

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