Policia Federal

FICCO/MS apreende mais de oito toneladas de maconha em acampamento clandestino em zona rural

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Campo Grande/MS. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, em continuidade às atividades de combate ao tráfico ilícito de drogas, descobriu um acampamento na zona rural, distante cerca de 80km de Campo Grande/MS, neste sábado (28/6). Foram apreendidas mais de oito toneladas de maconha e realizada a prisão de uma pessoa.

Após o recebimento de informações da existência desta atividade ilícita, foram realizados levantamentos investigativos e de inteligência, logrando-se êxito em chegar ao local de difícil acesso, em mata fechada. No local, havia dois acampamentos distintos, com estrutura de barracas, galões de água, combustível, energia elétrica e diversos aparates próprios de acampamento. 

O abordado foi encaminhado à Autoridade Policial e autuado pelo delito de tráfico internacional de drogas.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Mato Grosso do Sul – FICCO/MS, é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar do MS (PMMS), Polícia Penal Estadual (AGEPEN) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

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Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
WhatsApp: 67 3303-5626
e-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

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Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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