Policia Federal

FICCO/SP realiza prisão em flagrante de suspeito de tráfico de drogas

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Bauru/SP. Nesta sexta-feira (13/3), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo (FICCO/SP) prendeu um homem pelo crime de tráfico de drogas na Rodovia Engenheiro João Batista Cabral Rennó, entre os municípios de Bauru e de Piratininga.

Durante abordagem, equipes localizaram no porta malas do veículo diversos tabletes de maconha e de dry (substância também derivada da cannabis, com maior concentração de THC). A pesagem apontou, aproximadamente, 11 kg de droga.

O motorista foi preso em flagrante, e a ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Federal em Bauru/SP, onde foi registrada a prisão por tráfico interestadual de drogas.

O preso encontra-se à disposição da Justiça e aguarda a audiência de custódia.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo é composta pela Polícia Federal, pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Bauru
Tels: (14) 99198-0321 / 99198-0516

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

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Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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