Policia Federal

FICCO/TO desarticula braço financeiro de organização criminosa em Goiás e no Maranhão

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Palmas/TO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) deflagrou, nesta quinta-feira (5/3), a Operação Serras Gerais III, com o objetivo de desarticular o núcleo financeiro de uma organização criminosa interestadual. As ações concentraram-se em Goiânia/GO e em Imperatriz/MA.

Esta é a terceira fase da Operação Serras Gerais e decorre da análise financeira do grupo que utilizava, para suas movimentações no Brasil e no exterior, uma fintech, sem autorização do Banco Central para operar.

As investigações apontam um esquema de lavagem de dinheiro oriundo do narcotráfico, envolvendo a aquisição de bens de luxo e o uso de empresas de fachada para movimentações milionárias de origem suspeita.

Em Goiânia/GO, foi identificada uma empresa utilizada para converter ativos financeiros do tráfico aéreo de drogas. A empresa era administrada por sócios ligados ao esquema, incluindo um indivíduo em regime de cumprimento de pena.

Em Imperatriz/MA, a ofensiva alcançou uma estrutura financeira que movimentou valores mediante contas vinculadas ao banco clandestino e a uma empresa de fachada.

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Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia/GO e de Imperatriz/MA. A ação contou com apoio da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Tocantins, da DRACCO/PC/TO e da Polícia Civil de Goiás (PC/GO).

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, de lavagem de dinheiro, de tráfico de drogas e de fraude fiscal.

A FICCO/TO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal do Tocantins, as quais atuam sob coordenação da Polícia Federal para fortalecer a investigação, a prevenção e a repressão a organizações criminosas que ameaçam a ordem pública.

Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
E-mail: [email protected]
Contato: (63) 99101-1391 // (63) 3236-5445

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF institui grupo de combate à manipulação de resultados esportivos e jogos ilegais

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Brasília/DF – A Polícia Federal instituiu, na terça-feira (12/5), o Grupo de Investigação para Repressão à Manipulação de Resultados Esportivos, Fraudes em Apostas e Crimes Correlatos (Base Apostas), subordinado à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.

A nova estrutura terá como foco prioritário a prevenção e a repressão à lavagem de dinheiro, a recuperação de ativos e o enfrentamento de organizações criminosas envolvidas em manipulação de competições esportivas, fraudes em apostas de quota fixa, corrupção privada, estelionato e demais delitos correlatos.

Além disso, a Base Apostas atuará de forma integrada com unidades especializadas da PF e contará com recursos investigativos avançados, análise estratégica de dados e cooperação nacional e internacional.

O trabalho terá como diretrizes a identificação e a responsabilização de lideranças criminosas, intermediários financeiros, apostadores estratégicos e agentes esportivos envolvidos em esquemas ilícitos, além da recuperação de ativos e do enfrentamento à lavagem de dinheiro decorrente dessas práticas.

A iniciativa reforça o compromisso da PF com a proteção da integridade esportiva, a repressão qualificada ao crime organizado e o fortalecimento dos mecanismos de combate às fraudes que impactam o mercado regulado de apostas e a confiança pública nas competições esportivas.

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Também merece destaque a possibilidade de cooperação policial internacional e articulação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalmente autorizados. A manipulação de resultados é um fenômeno transnacional, frequentemente associado a organizações criminosas com atuação em diferentes países e forte capacidade financeira. Ações coordenadas e integradas são fundamentais para garantir eficiência no combate a essas práticas.

Previsão

A Base Apostas terá caráter institucional e inicialmente funcionará pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogada conforme avaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

A estrutura será composta por policiais especializados em inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos, monitoramento de plataformas digitais e investigação de organizações criminosas relacionadas ao ecossistema de apostas esportivas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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