Mato Grosso

Foragido da Justiça é preso pela Polícia Militar por tráfico de drogas em Cuiabá

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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam um homem de 36 anos por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (31.07), em Cuiabá. Com o suspeito, que também foi identificado com mandado de prisão em aberto, a PM apreendeu porções de substância análoga a maconha e pasta base.

Durante patrulhamento pelo bairro Três Barras, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 3º BPM recebeu denúncias de populares sobre um suspeito que fazia a venda de drogas próximo de uma praça da região.

Os militares iniciaram diligências e flagraram um homem em suspeita, deixando um terreno baldio e se assustando com a presença da PM. O suspeito tentou fugir de volta para o local e foi detido pelos militares.

Na busca pessoal ao homem, foram encontradas cinco porções de maconha. Ainda, pelo local, os militares encontraram um pote contendo o restante das drogas apreendidas. Ao ser questionado sobre o material, o suspeito confessou que seria de sua propriedade e que realizava o tráfico de drogas no bairro.

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Diante da situação, o criminoso recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência. No local, o suspeito se negou a passar seus dados corretos, mas foi identificado por imagens por já possuir passagens policiais.

Por fim, o homem informou o nome correto, sendo constatado um mandado de prisão em aberto pela 2º Vara Criminal de Cuiabá por roubo e latrocínio. O foragido da Justiça foi encaminhado para a Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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