Mato Grosso

Foragido da Justiça é preso por estuprar mulher em Rondonópolis

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Um homem foragido da Justiça foi preso por policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), nesta sexta-feira (02.08), como suspeito de ser autor de um estupro a uma mulher em abril deste ano.

Conforme as investigações, o crime ocorreu na noite do dia 20 de abril deste ano. O suspeito e a vítima, de 40 e 45 anos, respectivamente, eram conhecidos. Ela estava em sua casa, no bairro Jardim Tropical, quando o suspeito chegou em uma moto e a convenceu de levá-la para benzer com sua esposa contra uma doença.

No trajeto, o homem parou em uma região de mata dentro da área urbana e levou a vítima até um córrego, onde a agrediu fisicamente e cometeu o estupro. A vítima conseguiu gritar, e o criminoso deixou a motocicleta e fugiu correndo. Moradores da região contaram à polícia ter visto a moto outras vezes naquele lugar.

A equipe plantonista da 1ª Delegacia de Rondonópolis foi até o local do crime e apreendeu o veículo. O suspeito também deixou a bermuda durante a fuga. Foram também encontradas mais roupas íntimas e uma sandália feminina.

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A ocorrência foi encaminhada para Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, que identificou o autor do estupro, um homem condenado pela Justiça a pena de mais de 14 anos de reclusão por homicídio. Ele era considerado foragido da Justiça.

O investigado também teve a ordem de prisão preventiva decretada pelo crime de estupro e foi localizado pelos policiais civis, na manhã desta sexta-feira (02), em uma residência no bairro Jardim Ana Carla II.

Em cumprimento aos mandados judiciais, o preso foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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