Mato Grosso

Força Tática apreende armas de fogo e tabletes de maconha com faccionados em Barra do Garças

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Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional apreenderam, nesta quarta-feira (11.2), três armas de fogo e cinco tabletes de substância análogas à maconha, durante abordagem em Barra do Garças (520 km de Cuiabá). Na ação, dois integrantes de uma facção criminosa morreram, após confronto com as equipes. Ambos possuem diversas passagens criminais.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares foram informados que havia dois homens em uma região de mata conhecida como Praia da Rapadura, às margens do Rio Garças. Um dos envolvidos estava armado, enquanto o outro manuseava alguns tabletes de entorpecentes no local.

Após a denúncia, as equipes reforçaram o policiamento e foram até o local. Durante tentativa de abordagem, os suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra os militares, que revidaram à injusta agressão. Os dois envolvidos foram baleados e morreram no local. A morte foi confirmada por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar.

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Com os suspeitos, os militares apreenderam duas pistolas, um revólver e um simulacro de pistola. Além disso, foram localizados cinco tabletes de maconha escondidos em uma caixa de papelão. Um dos suspeitos, de 28 anos, possuía 30 passagens criminais como tráfico ilícito de drogas, roubo, porte ilegal de arma de fogo, furto a agência financeira e homicídio.

O outro homem, de 29 anos, também possuía extensa ficha criminal. O material apreendido foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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