Mato Grosso

Força Tática prende faccionado com drogas em Tangará da Serra

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional de Tangará da Serra (à 373 km de Cuiabá) prenderam, nesta sexta-feira (21.11), um homem, de 21 anos por tráfico ilícito de drogas. Vinte e cinco porções análogas à maconha e cocaína foram apreendidas com o suspeito.

A ação ocorreu após policiais militares da 22ª CIPM da Força Tática receberem informações sobre o suspeito, que é integrante de facção criminosa, estar armazenando e distribuindo entorpecentes no município.

De acordo com as informações obtidas, dois suspeitos estariam desenterrando drogas em uma área de mata, no bairro Jardim Esmeralda. As denúncias detalharam as características dos suspeitos, além de indicar que um deles utilizava tornozeleira eletrônica.

A equipe policial se deslocou até o local informado e flagrou os suspeitos com as drogas. Ao dar voz de prisão um dos suspeitos fugiu e outro foi detido. No momento da busca pessoal, foram encontradas 18 porções de cocaína com o homem.

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Durante buscas pelo terreno, foram encontrados seis pedaços grandes de substância análoga a maconha, escondidos em uma lata, além de uma porção de ácido bórico, uma balança de precisão e R$ 54,00 em dinheiro.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e o suspeito encaminhado para a delegacia da Polícia Judiciária Civil para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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