Mato Grosso

Força Tática prende faccionado por porte ilegal de arma de fogo em Tangará da Serra

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional, prenderam um homem, de 42 anos, suspeito por porte ilegal de arma de fogo, durante abordagem em Tangará da Serra (252 km de Cuiabá). As equipes apreenderam um revólver, 10 munições calibre .32, uma porção de substância análoga à maconha, dois celulares e R$ 326.

Conforme o boletim de ocorrência, os militares receberam informações de que o suspeito estaria organizando um possível ataque contra faccionados rivais junto de outros integrantes, em uma residência no bairro Jardim Olímpico. A casa era utilizada, ainda, como ponto de compra e venda de entorpecentes.

Os policiais militares reforçaram o patrulhamento na região e visualizaram o denunciado. Ao perceber a presença da equipe, ele correu para dentro do imóvel, sendo visto retirando um objeto semelhante a uma arma da cintura.

Os militares entraram na residência e abordaram o indivíduo. Em buscas no local, foi localizado o revólver e munições dentro de um armário na cozinha. Também foram apreendidos dois aparelhos celulares, uma porção de maconha e a quantia em dinheiro.

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As equipes identificaram que ele já possuía passagens criminais por homicídio, tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma. Ele foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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