Policial

Força Tática prende mulher com tabletes de pasta base de cocaína em Cuiabá

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam em flagrante uma mulher de 59 anos por tráfico ilícito de drogas, nesta terça-feira (16.04), em Cuiabá. Com a suspeita, a PM apreendeu quatro tabletes de pasta base de cocaína e materiais para fabricação e venda dos entorpecentes.

A equipe da Força Tática foi ao bairro Jardim Vitória para verificar uma denúncia de tráfico de drogas que estaria ocorrendo em uma casa da região. No endereço informado, os militares encontraram e abordaram três homens e uma mulher, que não estavam com nenhum material ilícito.

A mulher afirmou ser dona da residência, mas negou a prática de tráfico de drogas no local. Com autorização da suspeita, os militares realizaram busca dentro da casa e a Força Tática encontrou quatro tabletes de drogas escondidos debaixo de um sofá, sendo que uma estava dentro de uma vasilha de plástico. 

Na continuidade das buscas, também foram encontradas três porções de ácido bórico e materiais para embalagem e venda das drogas. Questionada sobre as drogas, a suspeita confessou ser responsável pela distribuição e que enviaria os entorpecentes para o Estado do Espírito Santo.

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Com o encontro do material ilícito, a suspeita recebeu voz de prisão e foi conduzida para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Policial

Polícia Civil prende homem por descumprir medidas protetivas e perseguir ex-companheira

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A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (13.2), em Araputanga, um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 19 anos, investigado por descumprimento de medidas protetivas de urgência, ameaça e injúria contra sua ex-companheira, de 21 anos, com quem teve um relacionamento de pouco mais de um ano e um filho de oito meses.

Segundo a investigação realizadas pela Delegacia de Araputanga, as medidas protetivas foram deferidas pela Justiça em agosto de 2025, determinando que o suspeito mantivesse distância mínima de 200 metros da vítima, seus familiares e testemunhas, além de proibir qualquer tipo de contato por meios de comunicação e a frequência à residência dela.

Apesar da ordem judicial e de ter sido formalmente intimado, o investigado ignorou sistematicamente as restrições. Conforme relatos da vítima à polícia, o ex-companheiro criou perfis falsos no Instagram para tentar manter contato, compareceu à residência dela afirmando não aceitar o fim do relacionamento e fez ameaças de morte caso a visse com outro homem.

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Perseguição e clima de terror

O episódio mais grave ocorreu na manhã de 10 de fevereiro, quando a vítima saía para trabalhar, por volta das 5h20. Ela foi surpreendida pelo suspeito, que estava escondido embaixo de um pé de seriguela, montado em uma bicicleta.

Ao vê-la, o ex-companheiro saiu em perseguição, obrigando a vítima a acelerar sua bicicleta elétrica para conseguir despistá-lo.

Em depoimento à polícia, a vítima descreveu o suspeito como “doente de ciúmes, controlador e extremamente possessivo”, afirmou estar com muito medo e temer por sua vida, relatando que “não aguenta mais essa situação” e que ele “não lhe dá sossego”.

Prisão preventiva decretada

Diante da gravidade dos fatos e do risco concreto à integridade física da vítima, o delegado Cleber Emanuel Neves representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi fundamentado no artigo 313, inciso III, do Código de Processo Penal, que autoriza a prisão preventiva em casos de violência doméstica para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.

A Justiça acolheu o pedido e expediu o mandado de prisão, cumprido nesta sexta-feira pela equipe da Delegacia de Araputanga. O suspeito responderá pelos crimes de descumprimento de medidas protetivas (artigo 24-A da Lei Maria da Penha), ameaça e injúria.

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“A marcha da violência contra a mulher não regride e quase sempre caminha para um final trágico. As ofensas começam com ameaças e podem progredir até a morte da vítima. Temos que agir para que não chegue a esse ponto”, disse o delegado Cleber Emanuel Neves.

Segundo o delegado, a prisão preventiva, neste caso, foi considerada essencial para preservar a vida e a integridade física e psicológica da vítima e de seus familiares.

Denúncias de violência doméstica podem ser feitas pelo telefone 190 (Polícia Militar), 197 (Polícia Civil), ou 180 (Central de Atendimento à Mulher). Em casos de emergência, procure imediatamente a delegacia mais próxima.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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