Mato Grosso

Forças de segurança prendem dupla suspeita de roubo com sequestro em Pedra Preta

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Policiais militares do 4º Comando Regional com apoio da Polícia Civil prenderam, na manhã desta quinta-feira (23.4), dois homens suspeitos por roubo mediante sequestro contra uma família, no município de Pedra Preta (245 km de Cuiabá). Com os eles foram apreendidos uma arma de fogo e mais de R$ 4 mil em espécie. Além disso, as equipes recuperaram um veículo e uma motocicleta das vítimas.

A equipe policial foi acionada após denúncia sobre a ação criminosa, em uma região conhecida como “Assentamento Banco da Terra”, onde um homem, de 65 anos e uma mulher, de 61 anos, foram mantidos reféns, na noite anterior. O casal foi amarrado e mantido sob ameaça durante toda a noite e madrugada.

Segundo o relato, os suspeitos usavam uma arma de fogo e uma faca para intimidar as vítimas. Na manhã seguinte, a filha do casal, de 40 anos, chegou à residência e também foi rendida e amarrada. Em um certo momento, ela conseguiu se soltar e pedir ajuda.

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Diante das informações, as equipes intensificaram o policiamento tático e ostensivo na região e identificaram os suspeitos em uma estrada de terra, nas proximidades do local do crime. Durante a abordagem, os militares encontraram com a dupla um revólver calibre .38 com duas munições intactas, além de dinheiro em espécie, aparelhos celulares das vítimas, uma motocicleta e outros objetos pessoais.

As vítimas ressaltaram, ainda que outros envolvidos no crime fugiram levando um veículo, equipamentos de trabalho e documentos. Os pertences foram localizados durante o policiamento tático. A dupla foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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