Mato Grosso

Forças de segurança prendem três suspeitos com 14 quilos de skank e causam prejuízo de R$ 87,8 mil ao crime

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Três pessoas foram presas por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta terça-feira (06.08), em uma ação conjunta entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e o Núcleo de Polícia Militar de Lambari D´Oeste (339 km de Cuiabá).

Os policiais receberam informações sobre um veículo suspeito em circulação nas proximidades da cidade e abordaram os ocupantes durante patrulhamento. Eles realizaram a buscas no carro, um Renault Sandero, e encontraram uma parte das drogas no estepe.

Os militares solicitaram auxílio do cão farejador Tupã, do Gefron, que localizou mais entorpecentes em compartimentos secretos nas portas e na tampa do carro.

Ao todo, foram encontrados 14 pacotes de skank, de 14 quilos no total. Também foram localizadas uma pistola Taurus G3, calibre 9mm. Os três ocupantes do carro, dois homens e uma mulher, já possuíam antecedentes por associação ao tráfico, tráfico ilícito de drogas e ameaça.

O skank, também conhecido como super maconha, é uma produção genética mais potente e nociva ao cérebro do que a maconha tradicionalmente conhecida.

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Os 14 kg do entorpecente estão avaliados em R$ 42 mil – valor do prejuízo causado ao crime. Além disso, a pistola e o carro, estimados em R$ 6 mil e R$ 39.794 respectivamente, também foram apreendidos. No total, a ação resultou em um prejuízo de R$ 87.794 para os criminosos.

Os três suspeitos e os produtos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Civil de Rio Branco (356 km de Cuiabá) para as devidas providências.

A ação fez parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas com o Grupo Especial de Fronteiras (Gefron) e o Exército Brasileiro.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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