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Genipabu: como é o passeio pelas dunas, lagoas e praias saindo de Natal

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Genipabu: como é o passeio pelas dunas, lagoas e praias saindo de Natal
Maurício Brum

Genipabu: como é o passeio pelas dunas, lagoas e praias saindo de Natal

Com ou sem emoção? A pergunta típica dos bugueiros que levam à Praia de Genipabu , no Rio Grande do Norte , resume bem as possibilidades de passeios no local. Deixamos aqui um alerta: peça “sem” porque afinal o buggy é um veículo aberto e a segurança não condiz com radicalidade das manobras.

Situado no município de Extremoz, a 20km da capital Natal , o Parque Turístico Ecológico Dunas de Genipabu compõe uma área de preservação ambiental com um complexo de dunas cercado por lagoas e praias.

Além dos tradicionais passeios de bugue, não faltam opções de atividades para todos os gostos, tanto para quem quer relaxar quanto para quem busca aventuras. O local já serviu de locação para telenovelas como O Clone e Tieta do Agreste, com elevações de areia tão altas que até lembram um deserto – embora fiquem bem perto do mar.

Como chegar à Praia de Genipabu

O ponto de partida para ir a Genipabu é a capital do Rio Grande do Norte , Natal . Além de guardar o aeroporto mais próximo, a cidade é o ponto de onde saem as principais rotas até ao município vizinho.

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De carro, a distância é de aproximadamente 30km a partir da Praia de Ponta Negra , seguindo pela Via Costeira. Também é possível ir de ônibus municipal, embarcando na linha 163 no Natal Shopping ou na Rodoviária de Natal.

Mas o mais comum entre os visitantes é contratar um passeio de bugue, que costuma fazer o trajeto passando por algumas praias e locais de interesse antes de chegar em Genipabu .

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Como é o passeio para Genipabu

Em geral, o bugueiro passa para pegar os turistas nos hotéis por volta das 9h para um passeio que pode incluir até nove praias, quatro parques de dunas e três lagoas – tudo depende do roteiro escolhido.

A primeira parada pode ser no Aquário Natal . Em seguida, o bugue sobe as dunas – lá do alto você observa o visual da Lagoa de Genipabu , a Praia de Genipabu e, se quiser, faz um passeio de dromedário. A aventura pode continuar na Lagoa de Pitangui, onde dá para tomar banho, descansar em redes montadas dentro da água e brincar com caiaques e pedalinhos.

Dali, vale optar por seguir ao parque das dunas móveis. O desvio torna o roteiro mais caro e longo, mas a paisagem compensa. O percurso é feito pelas dunas e o bugue desliza “com ou sem emoção”, de acordo com a vontade dos passageiros.

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O sobe e desce pelas areias segue até a última atração, a Lagoa de Jucumã. Ali, a diversão é escorregar e cair direto na água de três maneiras divertidas e pagas à parte: esquibunda (você desce sentado em prancha de madeira), aerobunda (tirolesa), e kamikaze (tobogã de lona em que a descida é feita sobre prancha de bodyboarding).

Geralmente, o passeio termina com almoço, pago à parte, em um dos restaurantes da Praia de Muriú . A chegada a Natal pode ocorrer por volta das 16h.

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Qual a melhor época para visitar Genipabu

Embora faça calor durante todo o ano, o período de abril a julho costuma ser o mais chuvoso no Rio Grande do Norte . Por isso, a alta temporada costuma se estender entre agosto e fevereiro, quando, além das temperaturas aumentarem gradualmente, o clima permanece firme. No auge do calor, entre dezembro e janeiro, é quando as praias da região ficam mais cheias e os preços, mais salgados.

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Dependendo do ângulo, elas até lembram um deserto, mas estão coladas no mar Vlademir Alexandre/MTur/Flickr

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Outras dicas antes de ir

Se você tem a intenção de entrar na água durante o passeio, leve peças de roupa extras para circular no interior dos restaurantes. Não esqueça de levar ainda protetor solar e água para se hidratar ao longo do dia. Nem todos os comerciantes trabalham com cartões: considere levar uma quantia de dinheiro em espécie. Por fim, antes de contratar um bugueiro, verifique as credenciais que certificam que o profissional está habilitado a trabalhar nas dunas.

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Fonte: Turismo

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Turismo

No Amapá, Ministério do Turismo promove linha de crédito de mais de R$ 1 bilhão para empreendedores do setor

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O Ministério do Turismo (MTur) realizou nesta segunda-feira (8), em Macapá (AP), a 4ª edição do programa “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, iniciativa que orienta empresários e prestadores de serviços sobre o acesso às linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que dispõe de mais de R$ 1 bilhão para operações em 2026. 

Durante a agenda, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinou ainda um protocolo de intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para ampliar ações conjuntas de desenvolvimento regional e facilitar o acesso ao crédito, com prioridade para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O ministro destacou a importância dessa iniciativa. “O objetivo é claro: orientar empreendedores turísticos locais sobre como acessar financiamentos em condições extremamente vantajosas, por meio do Fungetur. Essa grande mobilização nacional chega com força total ao Amapá, dando continuidade a um circuito que percorrerá todo o país. O Fungetur é o combustível que o setor precisa. É uma linha de crédito desenhada para financiar capital de giro, a execução de obras e a aquisição de equipamentos”, afirmou.

O ‘Brasil Mais Crédito para o Turismo’ já passou por Salvador (BA), Fortaleza (CE), durante o Salão do Turismo, e João Pessoa (PB), como parte da programação do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, evento que debateu o protagonismo feminino no setor.

“Estamos falando de ‘recurso na veia’ para que principalmente os pequenos negócios – as pousadas, os restaurantes, as agências de viagens, os guias de turismo – possam promover melhorias reais nas suas atividades”, disse o ministro.

Também participam das agendas no Estado os ministros Waldez Góes, da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR); e Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Sobre o protocolo, Gustavo Feliciano afirmou que o objetivo é fortalecer o setor. “Estamos assinando hoje, aqui, um Protocolo de Intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com meu amigo ministro Waldez Góes, para desenvolvimento do turismo regional. Vamos juntos construir políticas públicas para que mais empreendedores possam se desenvolver e oferecer o que o Brasil tem de melhor, que é a recepção calorosa do seu povo. Vamos facilitar o acesso ao crédito do Fungetur para que o turismo se fortaleça ainda mais”, complementou.

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A parceria prevê a elaboração de planos de ação conjuntos e a indicação, em até 30 dias, dos responsáveis pela execução das iniciativas. O protocolo terá vigência inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação.

A edição no Amapá do “Brasil Mais Crédito para o Turismo” foi realizada também no Oiapoque, onde o ministro cumpriu agenda pela manhã.

As ações do MTur nas duas cidades amapaenses preveem ainda orientações sobre o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) – sistema oficial do Ministério do Turismo que cadastra e regulamenta pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor turístico no Brasil (requisito para acesso aos financiamentos).

Em Macapá, o ministro falou ainda sobre uma política especial, implementada pelo Ministério do Turismo na semana passada, anunciada em João Pessoa (PB) e que dá apoio para mulheres empreendedoras do setor, que foram vítimas de violência doméstica.

 “Sabemos o quanto é difícil se reconstruir após um episódio assim. Por isso vamos  fortalecer as mulheres empreendedoras com crédito, para que elas possam voltar cada vez mais fortes e independentes”, disse.

Ele citou, também, o bom momento que o turismo brasileiro vive. “Estamos impulsionando o turismo local e reforçando o maior compromisso do governo do presidente Lula: a proteção e valorização da mulher, a geração de emprego, renda e inclusão social. Senhoras e senhores, o momento para o Amapá acelerar o turismo não poderia ser melhor. O desempenho positivo do setor no Estado acompanha os recordes nacionais que temos registrado em todo o Brasil, criando as condições perfeitas para que empreendedores apostem, invistam e acreditem no turismo como força econômica”, finalizou.

Fungetur

As linhas do Fungetur podem ser usadas para capital de giro, aquisição de equipamentos e obras, beneficiando principalmente pequenos negócios, como meios de hospedagem, restaurantes, agências de turismo, guias e demais empreendedores da cadeia turística.

Entre 2018 e 2026, o Fungetur acumulou 14.789 operações contratadas no país, movimentando R$ 5,1 bilhões em financiamentos. Apenas em 2026, até 2 de junho, foram registradas 719 operações, no valor de R$ 276,3 milhões em crédito concedido.

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No Amapá, foram contratados treze financiamentos entre 2023 e 2026, totalizando R$ 4,04 milhões. Todos os recursos foram destinados a capital de giro. Macapá concentrou doze operações, equivalentes a R$ 3,3 milhões, beneficiando agências de viagens, organizadoras de eventos, restaurantes e empresas de transporte turístico. Em 2026, foram fechados dez contratos, todos na capital, que somaram R$ 3,03 milhões.

O Estado possui atualmente 555 prestadores de serviços turísticos regularizados no Cadastur. As atividades com maior número de registros são agências de turismo, com 140 cadastros; restaurantes, bares e similares, com 104; e meios de hospedagem, com 90 estabelecimentos. Em Macapá, há 381 prestadores cadastrados, liderados por agências de turismo (123), guias de turismo (66) e organizadoras de eventos (50).

Infraestrutura

Além das ações voltadas ao crédito, o Ministério do Turismo mantém doze contratos ativos de infraestrutura turística no Amapá, que somam R$ 65,5 milhões. Desde 2023, três obras foram concluídas, totalizando R$ 8,6 milhões em investimentos.

Em Macapá, os principais investimentos em execução incluem a construção do Centro de Convenções, com aporte de R$ 12 milhões; as obras no Parque do Centenário, de R$ 11,4 milhões; e a reforma do Teatro das Bacabeiras, com recursos de R$ 10 milhões.

Fluxo

Os indicadores do fluxo turístico também mostram crescimento do mercado internacional no estado. Em 2025, o Amapá recebeu 52 mil turistas estrangeiros, resultado 33% superior ao registrado em 2024 e o segundo maior da região Norte no período.

Turismo fronteiriço

Nesta segunda-feira (8), durante agenda em Oiapoque, o Ministério do Turismo também anunciou a elaboração de um diagnóstico e de um plano de ação para o turismo nas áreas de fronteira do Amapá e do Pará, que fazem divisa com a Guiana Francesa e o Suriname. 

A iniciativa faz parte de um projeto de cooperação com a UNESCO voltado ao fortalecimento das relações turísticas entre o Brasil e os países vizinhos.

Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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