Mato Grosso

“Gestão eficiente nos permite entregar casas e mudar a realidade de milhares de famílias”, afirma Fábio Garcia

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O secretário-chefe da Casa Civil do Governo de Mato Grosso, Fábio Garcia, destacou, nesta terça-feira (4.2), durante a assinatura dos termos de compromisso com a Caixa Econômica Federal (CEF) para viabilizar a construção de 301 unidades habitacionais, a importância do programa SER Família Habitação e de uma gestão eficiente promovida pelo governo estadual para tornar esses investimentos possíveis. O evento foi liderado pelo governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes.

“O SER Família Habitação, liderado pela primeira-dama Virginia Mendes, é um dos programas mais importantes do governo, em conjunto com os outros programas do SER Família, que amparam as pessoas em situação de vulnerabilidade. Quando o governador colocou a meta de 40 mil unidades habitacionais, muitos duvidaram. Mas, hoje, estamos aqui assinando um compromisso que mostra o quanto isso é possível quando há planejamento e compromisso”, afirmou.

Garcia elogiou a atuação conjunta entre o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, destacando que o equilíbrio entre gestão técnica e sensibilidade social tem sido essencial. “Eu sempre digo que o Mauro é a razão, um engenheiro prático, gestor e cobrador, enquanto a Virginia é o coração do governo, que abraça as pessoas e faz com que as ações cheguem a quem mais precisa. Essa combinação tem dado certo para todos os mato-grossenses”.

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O programa prevê a construção das unidades em Juína, Confresa, Pontes e Lacerda e Juara, beneficiando centenas de famílias que poderão sair do aluguel e conquistar a casa própria.

Garcia também ressaltou como a gestão austera e eficiente do governo de Mato Grosso possibilitou esse investimento histórico. “Desde o início, o governo tem feito uma gestão rigorosa de controle de gastos para que sobre dinheiro para investir em educação, saúde, infraestrutura e projetos sociais como este. Por isso, Mato Grosso se tornou referência nacional, com obras como a duplicação da BR-163, que o Estado assumiu, em que já investimos R$ 1,8 bilhão, e a pavimentação da MT-170, que é a antiga BR-174, que está transformando a dinâmica das regiões”.

Ao encerrar sua fala, o secretário destacou a importância de manter esse ritmo de investimentos para o futuro. “O caminho é continuar aplicando bem cada centavo do dinheiro público. Entregar casas significa dar dignidade, mudar realidades e construir um futuro melhor para os mato-grossenses”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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