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Gestão inteligente de silos aumenta lucratividade e reduz perdas na agricultura

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A Sol by RZK apresentou a plataforma Sol Gestão de Silos, solução que utiliza sensores e inteligência de dados para oferecer controle em tempo real do armazenamento de grãos. A tecnologia permite que o produtor acompanhe níveis de estoque, consumo diário e condições de temperatura e umidade, prevenindo perdas invisíveis e aumentando a rentabilidade.

Crescimento da capacidade de armazenagem no Brasil

Entre 2010 e 2023, a capacidade de estocagem nas propriedades rurais brasileiras cresceu 72%, atingindo 35,6 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Apesar do aumento físico de silos, perdas por infestações, desvios ou deterioração ainda representam um desafio silencioso, impactando diretamente a lucratividade da produção agrícola.

Monitoramento em tempo real e dados estratégicos

O sistema da Sol coleta informações como cubagem instantânea, saídas diárias e níveis de estoque, transmitindo os dados para uma plataforma digital intuitiva e segura. O produtor pode acessar o sistema de qualquer lugar, via computador ou celular, e tomar decisões baseadas em informações concretas, em vez de suposições.

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Roberto Melles, diretor de Desenvolvimento de Produtos da Sol, afirma:

“Não se trata apenas de armazenar, mas de proteger o que foi produzido com o mesmo nível de cuidado aplicado no plantio. Com monitoramento constante, é possível detectar e corrigir riscos antes que causem prejuízos.”

Além dos alertas em tempo real, a plataforma gera relatórios analíticos, permitindo identificar desperdícios, acompanhar sazonalidades, planejar operações e decidir o momento ideal para comercialização dos grãos.

Solução escalável e adaptável

A tecnologia é projetada para pequenas, médias e grandes propriedades, sem necessidade de mudanças bruscas na rotina do campo. O objetivo é democratizar a gestão moderna de silos, com simplicidade de uso e impacto direto nos resultados da produção.

Agricultura 4.0 e operação estratégica

No contexto da agricultura 4.0, que inclui drones, sensores de solo e satélites, a gestão de silos se torna estratégica para o negócio agrícola. Segundo Melles:

“Quem controla o silo, controla o negócio.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bicudo-do-algodoeiro continua sendo principal ameaça à produtividade do algodão no Brasil

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Inseto ataca estruturas reprodutivas da planta e segue como um dos maiores desafios fitossanitários da cotonicultura brasileira, exigindo estratégias combinadas de controle e prevenção.

Pressão do bicudo mantém alerta máximo no algodão brasileiro

O bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) permanece como a principal praga da cultura do algodão no Brasil, representando um dos maiores riscos à produtividade e à qualidade da fibra. O inseto ataca diretamente estruturas reprodutivas da planta, como botões florais e maçãs, comprometendo o desenvolvimento da lavoura e podendo provocar perdas que chegam a cerca de 70% do potencial produtivo.

Segundo especialistas do setor, o impacto do bicudo está diretamente ligado à sua ação sobre partes essenciais da planta, o que afeta a formação e o enchimento das estruturas produtivas. Quando o manejo não é eficiente, a queda de botões e frutos se intensifica, reduzindo significativamente o rendimento final da cultura.

Características da praga dificultam controle no campo

De pequeno porte — entre 3 e 6 milímetros — e coloração marrom, o bicudo-do-algodoeiro apresenta alta capacidade de reprodução e grande agressividade no ataque às plantas, o que torna seu controle um desafio constante para os produtores.

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Os primeiros sinais de infestação incluem perfurações em botões florais, queda precoce dessas estruturas e flores com aspecto característico deformado, conhecido como “rosetado”. Em muitos casos, os sintomas iniciais passam despercebidos, mas a evolução da infestação pode ser rápida em condições favoráveis, reduzindo o tempo de resposta no manejo.

Monitoramento e manejo integrado são fundamentais

O controle eficiente do bicudo-do-algodoeiro depende diretamente do monitoramento contínuo da lavoura. A inspeção frequente, especialmente nas estruturas reprodutivas, é essencial para identificar a presença da praga ainda no início da infestação.

Além disso, práticas como destruição de restos culturais, eliminação de plantas voluntárias e uso de armadilhas durante a entressafra são estratégias importantes para reduzir a população do inseto entre os ciclos produtivos.

Especialistas reforçam que o controle não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de medidas integradas e aplicadas no momento correto.

Manejo químico exige rotação e estratégia

O manejo integrado também envolve o uso criterioso de inseticidas e a rotação de mecanismos de ação para evitar resistência da praga. Em áreas de alta pressão do bicudo, soluções com diferentes modos de ação ganham relevância no controle.

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Produtos com ação por contato e ingestão, como aqueles à base de etiprole, são citados como ferramentas importantes dentro de programas de manejo, contribuindo para maior eficiência no controle da praga quando utilizados de forma estratégica.

Conclusão: controle do bicudo depende de planejamento contínuo

O bicudo-do-algodoeiro segue como um dos principais desafios da cotonicultura brasileira e exige uma abordagem técnica, integrada e contínua ao longo de toda a safra.

O sucesso no controle da praga está diretamente ligado ao planejamento, ao monitoramento constante e à combinação de diferentes estratégias de manejo, fatores essenciais para preservar o potencial produtivo do algodão no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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