Mato Grosso

Governador assina ordem de serviço e leva pacote de obras para Região Oeste nesta sexta-feira (29)

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O governador Otaviano Pivetta cumpre agenda, nesta sexta-feira (29.5), na Região Oeste do Estado, onde assina ordem de serviço para a recuperação de um trecho de 10 km de asfalto na MT-175, entre Mirassol D’Oeste e São José dos Quatro Marcos, e autoriza novas obras para impulsionar o desenvolvimento da região.

Entre as assinaturas previstas para esta sexta-feira estão o lançamento da obra de asfaltamento de um trecho de 34,4 km da MT-265, em Porto Esperidião, e a autorização para restauração de 22 km de estrada na MT-250, entre Mirassol D’Oeste e Curvelândia.

Também fazem parte do pacote o lançamento do anel viário de Cáceres, que vai ajudar a desafogar o trânsito de veículos pesados dentro do município, a melhoria dos acessos para a Zona de Processamento de Exportação de Cáceres, construção de pontes e asfaltamento de estradas.

Ao todo, o pacote prevê investimentos de mais de R$ 170 milhões.

Confira abaixo o cronograma:

Sexta-feira (29)
7h: Chegada na Fazenda Soteco (a 60km de Porto Esperidião);
7h10: Deslocamento para Ponta do Aterro;
11h: Assinaturas e lançamento de obras na Ponta do Aterro;
12h30: Deslocamento para Vila Bela da Santíssima Trindade;
15h30: Chegada em Vila Bela da Santíssima Trindade;
16h: Retorno para Cuiabá

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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