Mato Grosso

Governador assina ordem de serviço para nova sede do Comando Geral do Corpo de Bombeiros de MT

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O governador Mauro Mendes assinou, nesta segunda-feira (2/2), a ordem de serviço para a construção da nova sede do Comando Geral do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso.

A obra, aguardada há mais de seis décadas pela corporação, marca um novo patamar de estrutura, integração e capacidade operacional para quem salva vidas em todo o estado.

A nova sede será construída no Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá, em uma área estratégica que fortalece a integração do Corpo de Bombeiros com outros órgãos do Governo do Estado e amplia a prontidão no atendimento à população.

“Acabamos de assinar a autorização para a construção da sede própria do Comando Geral. São 61 anos de história de bons serviços prestados ao nosso estado, e agora esses profissionais vão ganhar uma estrutura à altura da importância do trabalho que realizam todos os dias, salvando vidas, protegendo o patrimônio e combatendo incêndios. É uma sede moderna, com padrão de qualidade, para melhorar ainda mais o serviço prestado à população”, afirmou o governador

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O vice-governador Otaviano Pivetta destacou que a obra simboliza o modelo de gestão adotado em Mato Grosso, baseado em respeito ao servidor e foco em resultados concretos.

“Esse é o Estado servidor em ação. Depois de mais de 60 anos, o Corpo de Bombeiros passa a ter uma estrutura definitiva, planejada para funcionar bem, integrada ao Centro Político Administrativo e preparada para o futuro. Investir em quem protege vidas é investir em eficiência, dignidade e em um serviço público que funciona de verdade”, ressaltou.

O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, classificou o momento como histórico para a instituição.

“O Corpo de Bombeiros nunca teve uma sede própria do Comando Geral. São 61 anos de instituição e, somente neste governo, houve um olhar firme e responsável para fazer um investimento robusto como esse. Estamos falando de uma obra com quase 10 mil metros quadrados, que vai trazer mais eficiência na prestação de serviços ao cidadão”, afirmou.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Gledson Bezerra, frisou que a nova sede vai concentrar todas as diretorias em um único espaço, contará com auditório, posto avançado operacional, heliponto, monitoramento via satélite, estacionamento em subsolo e térreo, além de uma estrutura moderna e adequada às necessidades da corporação.

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“A localização é estratégica, próxima ao Detran, à Politec, à Polícia Civil, à Assembleia Legislativa e ao Governo do Estado. Isso facilita o acesso da população e integra ainda mais as forças de segurança. É um presente pelos 61 anos do Corpo de Bombeiros e um reconhecimento pelo serviço que prestamos em todo Mato Grosso”, completou.

Investimento e prazo

A nova sede terá área construída de aproximadamente 10.442,39 m², com prédio administrativo de três andares, guarita, subestação, casa de bombas, palanque, arquibancada e projeto paisagístico. O investimento total é de R$ 60,8 milhões, com prazo de execução de 720 dias.

A obra será executada pela empresa Salver Construtora e Incorporadora Ltda., com início previsto para as próximas semanas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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