Mato Grosso

Governo de MT atende a reivindicações dos usuários e altera horário de funcionamento do Parque Mãe Bonifácia

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O horário de funcionamento do Parque Estadual Mãe Bonifácia, localizado em Cuiabá, será das 5h às 19h. A alteração atende a reinvindicações dos usuários que frequentam o local e foi possível após o governador Otaviano Pivetta alterar o decreto que dispõe sobre horário de funcionamento dos parques estaduais.

O governador afirmou que a decisão leva em conta a importância dos espaços públicos para a qualidade de vida da população e para a prática de atividades físicas no início do dia.

“Esses espaços são para servir a população. Muita gente sai cedo para trabalhar e precisa desse período da manhã para se exercitar e começar o dia com mais disposição. A decisão foi tomada para atender essa realidade e melhorar o uso do parque por quem depende dele no dia a dia”, afirmou o governador.

Conforme o decreto 1.983/26, o horário de funcionamento dessas unidades passa a ser regulamentado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), com base em critérios técnicos e operacionais. O decreto anterior estabelecia horário padrão de funcionamento para todos os parques.

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De acordo com a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, a alteração do decreto confere mais estabilidade e previsibilidade à gestão do uso público dos parques urbanos.

“Como espaços destinados à promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida da população, notadamente por meio da prática de atividades físicas e de lazer, os parques cumprem uma função social extremamente importante. O órgão ambiental está sempre aberto para dialogar com a sociedade e atender aos seus anseios”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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