Mato Grosso

Governo de MT envia 240 cestas de alimentos, filtros de água e cobertores para moradores de Paranatinga

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O Governo de Mato Grosso enviou, neste sábado (18.1), mantimentos para atender às famílias atingidas pelas inundações no município de Paranatinga (a 390 km de Cuiabá).

O carregamento com 240 cestas de alimentos, kits de higiene e limpeza, filtros de barro e cobertores, foi coordenado pela Sala de Situação montada para resposta às enchentes. As doações fazem parte das ações determinadas pelo governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes para atendimento às familias, e contam com apoio dos Programas SER Família Solidário e Aconchego, idealizados pela primeira-dama.

Conforme levantamento da Defesa Civil, 190 famílias foram afetadas pelas inundações e 71 ficaram desabrigadas. Elas foram encaminhadas para abrigos temporários.

“Estamos fazendo o monitoramento em tempo real de todos os municípios afetados pelas chuvas intensas em Mato Grosso, por meio da Sala de Situação, e dando respostas rápidas para minimizar os impactos para a população, em atendimento à determinação do governador e da primeira-dama”, destacou o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, coronel BM César Brum.

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Desde a manhã dessa sexta-feira (17), o Corpo de Bombeiros está em atendimento no município e realizou o resgate de quatro vítimas que ficaram ilhadas em decorrência das inundações.

A Defesa Civil do Estado também está no município e auxilia na gestão de cinco abrigos temporários, montados pela Prefeitura, e no levantamento de danos, e estabeleceu um posto de comando no município, em conjunto com o Corpo de Bombeiros.

A Defesa Civil segue emitindo alertas e orientações para a Prefeitura e a população.

De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Paranatinga registrou o acumulado de 76 milímetros de chuvas nas últimas 48 horas, e há previsão de mais chuvas para os próximos dias.

Sala de Situação

A Sala de Situação foi instituída na tarde dessa sexta-feira (17) para monitoramento e atendimento aos municípios afetados pelas chuvas intensas no Estado. A Sala tem caráter temporário e será mantida enquanto houver o alto risco de desastres nos municípios em razão das chuvas.

Ela é composta pela Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Secretarias de Estado de Meio Ambiente (Sema), Assistência Social e Cidadania (Setac) e Infraestrutura e Logística (Sinfra), Energisa e municípios.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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