Mato Grosso

Governo de MT paga folha de junho com a primeira parcela do 13° salário nesta sexta-feira (28)

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Os servidores da administração direta e indireta do Governo do Estado recebem, nesta sexta-feira (28.06), o salário referente ao mês de junho. Além disso, os servidores efetivos receberão a primeira parcela do 13º salário, conforme cronograma divulgado no início do ano. O pagamento líquido soma R$ 1.076.509.398,81.

De acordo com dados da Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, da Secretaria de Fazenda (Sefaz), R$ 706.270.205,18 são referentes ao salário do mês de junho. Esse valor será transferido para todos os servidores públicos ativos, inativos e pensionistas.

Já a primeira parcela do 13º salário soma R$ 370.239.193,63 e será paga apenas aos servidores efetivos. Para os comissionados, esse pagamento será em parcela única, em dezembro.

Conforme o calendário de pagamento, os servidores efetivos recebem a gratificação natalina em duas parcelas. A primeira parcela, equivalente a 50% do montante, será creditada nesta sexta-feira (28), enquanto a segunda metade será disponibilizada em 20 de dezembro.

Para os servidores comissionados, o pagamento do 13º salário será efetuado em parcela única, também no dia 20 de dezembro.

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As ordens de pagamento da folha de junho com o décimo terceiro já foram encaminhadas ao Banco do Brasil, e os valores estarão disponíveis ao longo do dia 28. O pagamento será liberado para todos, incluindo aqueles que possuem portabilidade para outros bancos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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