Mato Grosso

Homem é preso pela Polícia Civil por descumprimento de medidas protetivas

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Um homem que se recusou a sair da residência em Barra do Garças e descumpriu medidas protetivas de urgência, foi preso pela Polícia Civil, na quinta-feira (26.09), após a vítima registrar boletim de ocorrência.

O suspeito de 45 anos teve a prisão expedida diante da representação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Barra do Garças. Ele foi localizado e preso no bairro Nova Barra.

A vítima de 51 anos procurou a Polícia Civil relatando as agressões físicas e verbais praticadas pelo companheiro e representou pelo pedido de medidas protetivas, que foi deferido pelo juízo da Comarca de Barra do Garças.

Mesmo ciente da decisão judicial o homem permaneceu na residência, obrigando a mulher procurar por abrigo na casa de parentes. Desesperada, ela retornou na DEDM do município e informou que o agressor se recusava a deixar a casa do casal.

A vítima foi ouvida e com base na nova denúncia foi representado pelo pedido de prisão preventiva do investigado, pelo descumprimento de medidas protetivas de urgência.

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Após análise, o juiz deferiu a prisão preventiva contra o agressor para que a vítima pudesse retornar para casa.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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