Mato Grosso

Homem que matou amigo em bar na Bahia é preso pela Polícia Civil em Confresa

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Um homem, foragido da Justiça do Estado da Bahia, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (4.2), em ação realizada pelos policiais civis da Delegacia de Confresa.

O procurado, de 30 anos, estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Vara de Juazeiro (BA), pelo crime de homicídio, por ter matado o próprio amigo.

O crime ocorreu no dia 05 de setembro de 2024, em um bar da Bahia, quando o suspeito tirou a vida do amigo, utilizando de meio cruel, mediante golpes de arma branca.

Segundo as investigações, a vítima e o suspeito estavam ingerindo bebida alcoólica quando tiveram um desentendimento relacionado à conta do estabelecimento, no valor de R$ 10. Após a briga, o suspeito foi até a sua casa, buscou uma faca e retornou para o bar.

Ao perceber que seria agredido pelo amigo, a vítima tentou correr, mas foi alcançado e golpeado com três facadas. Mesmo ferida, a vítima andou cerca de 300 metros até a sua residência, onde não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

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Após tomar conhecimento do mandado de prisão em aberto e receber informações de que o foragido estava na cidade, os policiais da Delegacia de Confresa realizaram diligências, conseguindo dar cumprimento ao mandado de prisão contra o procurado, que foi localizado em uma via pública do município.

Ele foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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