Mato Grosso

Hospital Estadual Santa Casa realiza mutirão de cirurgias pediátricas

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O Hospital Estadual Santa Casa, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Cuiabá, está realizando um mutirão de cirurgias eletivas pediátricas. A iniciativa começou nesta sexta-feira e continua neste sábado (26 e 27.07). A previsão é de realização de 40 procedimentos eletivos pediátricos nos dois dias de ação.

Durante o mutirão, ocorrerão 10 procedimentos de hernioplastia inguinal, 10 de hérnia umbilical, 10 de postectomia, 5 de herniorrafia epigástrica e 5 de hidrocele. Todos os procedimentos elencados são de média complexidade e contemplam crianças de diversos municípios de Mato Grosso.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou que a iniciativa do Hospital Estadual Santa Casa é de suma importância para o programa Fila Zero na Cirurgia, do Governo de Mato Grosso.

“Gostaria de parabenizar a equipe do Hospital Estadual Santa Casa pela sua eficiência e dedicação nos diversos mutirões realizados. Essas ações são fundamentais para ampliar o número de atendimentos ofertados e garantir uma melhor qualidade de vida aos nossos pacientes. Além disso, essas ações cooperam para a redução da espera por cirurgias eletivas em Mato Grosso por meio do programa Fila Zero na Cirurgia”, disse o secretário.

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A diretora do Hospital Estadual Santa Casa, Patrícia Neves, destacou o funcionamento da unidade durante os mutirões de cirurgias.

“Quando o hospital realiza um mutirão, as equipes concentram-se inteiramente nas operações eletivas planejadas. O mutirão que vamos realizar desta vez é da área pediátrica e são pacientes que foram previamente triados na unidade para receber as cirurgias necessárias”, detalhou.

A gestora ainda destacou que a equipe multidisciplinar está empenhada em oferecer a assistência necessária para os dias de mutirão.

“Nosso objetivo é garantir que tudo ocorra bem, minimizando o tempo de internação através de uma assistência cirúrgica segura e eficiente. Para alcançar isso, mobilizamos as equipes multidisciplinares, que asseguram o suporte completo para cada paciente”, acrescentou.

Atualmente o Hospital Estadual Santa Casa possui 55 leitos pediátricos e sete salas cirúrgicas que auxiliam no suporte aos mutirões.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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