Mato Grosso

Hospital Metropolitano realiza 29 cirurgias em mutirão com pacientes de vários municípios

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O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em Várzea Grande, realizou neste sábado (25.10), 29 cirurgias no 11º mutirão do ano. Ao todos, foram 16 procedimentos de colecistectomia (retirada de vesícula), 9 de hernioplastia (cirurgia de hérnia), 2 de exérese de cisto dermoide (retirada de cisto sebáceo), 1 de fechamento de enterostomia (no abdômen) e 1 de hemorroida.

Neste ano, foram realizadas 267 cirurgias em mutirões, com o objetivo de dar celeridade aos atendimentos realizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Neste sábado, atendemos pacientes de nove municípios do Estado com cirurgias gerais. Eles passaram pelos procedimentos e em breve estarão recuperados para voltar às atividades de rotina com muito mais saúde e qualidade de vida”, explicou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Para a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, o mutirão foi possível graças ao planejamento de consultas com o cirurgião-geral, à realização dos exames pré-operatórios e à articulação dos agendamentos em tempo hábil.

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“Conseguimos atender tantos pacientes simultaneamente no mesmo dia porque dispúnhamos de cinco salas cirúrgicas equipadas e profissionais muito bem preparados. Além disso, estes procedimentos foram escolhidos porque o pós-operatório deles é considerado simples”, destacou a diretora.

O secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Ferreira Coutinho Lira, também ressaltou a importância da iniciativa.

“Essa ação demonstrou o quanto o SUS é capaz de oferecer respostas ágeis e resolutivas à população. Nosso planejamento garantiu que os pacientes fossem operados com qualidade, segurança e dignidade, sem precisar esperar meses na fila. Isso representou gestão eficiente e compromisso com a saúde pública”, afirmou.

Foram atendidos na iniciativa moradores dos municípios de Alto Paraguai, Aripuanã, Colniza, Cotriguaçu, Cuiabá, Jauru, Mirassol D’Oeste, Nova Lacerda e São José dos Quatro Marcos, que aguardavam por cirurgia via Sistema de Regulação.

Os pacientes do interior contaram com o apoio logístico das prefeituras para o transporte até o hospital e, em caso de necessidade, para hospedagem em casas de apoio.

A equipe que trabalhou no mutirão foi composta por cinco médicos cirurgiões e cinco médicos residentes, quatro anestesistas, dez técnicos de enfermagem e dois enfermeiros.

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Saiba mais sobre o hospital

O Hospital Metropolitano conta com 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, cinco leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos de estabilização, além de cinco salas cirúrgicas e 14 consultórios.

A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica, neurocirurgia, urologia, vascular e cirurgia-geral.

É importante que os pacientes que precisam ser operados em Mato Grosso mantenham o cadastro do SUS atualizado para que, quando contemplados com a cirurgia, possam ser contactados sem dificuldades.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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