Política Nacional

Hugo Motta recomenda independência e equilíbrio como alternativa à polarização

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Em mensagem nas redes sociais, para celebrar o Sete de Setembro, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a independência e o equilíbrio como uma alternativa à polarização no Brasil.

Ele acompanhou o desfile de Sete de Setembro, no domingo, em Brasília, acompanhado da família.

“A verdadeira independência é ter equilíbrio para afastar o preconceito contra as boas ideias, venham de onde vierem, da esquerda, da direita, do centro, e realmente dar prioridade ao que vai mudar a sua vida para melhor”, afirmou Hugo Motta.

“Estamos vivendo um dos momentos políticos mais difíceis, sem precedentes. Em um ambiente tão polarizado como o Brasil de hoje, a independência e o equilíbrio são mais importantes do que nunca. Porque assim colocamos pautas importantes para andar.”

Prioridades
Entre as pautas importantes em discussão na Câmara, o presidente destacou o Plano Nacional de Educação (PL 2614/24), a PEC da Segurança (PEC 18/25), o combate à adultização e a reforma administrativa.

“Em um país que mais parece um campo de batalha, ter independência é escolher não lutar uma guerra de narrativas, mas sim trabalhar para entregar o resultado. É assim que garantimos um Brasil independente. É assim que aproximamos o nosso país do futuro que a gente quer.”

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Da Redação/FB
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão da MP da taxa das blusinhas remarca apresentação de relatório

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Inicialmente prevista para a segunda-feira (30), foi remarcada para a manhã desta terça-feira (31), às 10h, a apresentação e votação do relatório da Medida Provisória (MPV) 1.357/2026, que zerou o Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 260), a chamada “taxa das blusinhas”, e alterou a tributação de outras remessas.

O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), presidente da comissão, atribuiu a suspensão da reunião à necessidade de fazer “os últimos ajustes no relatório”, citando o diálogo, “extremamente importante e característica do próprio Parlamento”, na busca para “dar mais simetria concorrencial das remessas internacionais com a economia e a indústria nacional”.

A medida tem como relatora a senadora Leila Barros (PDT-DF) e precisa ser votada até o dia 8 de setembro na comissão, na Câmara e no Senado para não perder vigência.

Taxa

A MPV 1.357/2026 trata da cobrança conhecida como “taxa das blusinhas”. A medida alterou regras do Regime de Tributação Simplificada e autorizou o ministro da Fazenda a modificar as alíquotas do Imposto de Importação, podendo reduzi-las a zero na faixa de até US$ 50 e a 30% na faixa de até US$ 3 mil (cerca de R$ 15,5 mil). 

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As regras valem para compras feitas em plataformas certificadas pelo Remessa Conforme, em que as taxas são cobradas no ato da compra. Desde agosto de 2024, as operações de menor valor estavam sujeitas a uma alíquota federal de 20%. Para compras acima de US$ 50 e até US$ 3 mil no Remessa Conforme, o Imposto de Importação era de 60%, com desconto equivalente a US$ 30. Fora do programa, a alíquota federal é de 60% para compras de até US$ 3 mil.

A alíquota zero não elimina os demais tributos. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), estadual, continua sendo cobrado. Segundo a Receita Federal, nas compras de até US$ 50 feitas em plataformas certificadas pelo Remessa Conforme, o Imposto de Importação é de 0%, enquanto o ICMS varia atualmente entre 17% e 20%, conforme o estado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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