Saúde

Instituições interessadas devem aderir ao exame até 28 de novembro

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Está aberta uma nova oportunidade para instituições participarem da edição 2025/2026 do Exame Nacional de Residência (Enare), que está com o período de adesão complementar aberto até 28 de novembro. A prorrogação visa incluir mais programas de residência médica e em área profissional da saúde, aumentando a abrangência e as vagas disponíveis no certame.

Neste ano, o Ministério da Saúde estabeleceu que instituições participantes do Enare terão prioridade na análise para concessão de bolsas do Pró-Residência, programa que financia vagas de residência em saúde de todo o país. A medida reforça a estratégia de integração entre ensino e serviço e fortalece a política nacional de formação na saúde.

O edital complementar é exclusivo para instituições públicas e privadas sem fins lucrativos que tenham aderido aos editais SGTES/MS nº 6/2025 (Pró-Residência Médica) e/ou nº 7/2025 (Pró-Residência em Área Profissional da Saúde) e que não participaram da adesão inicial ao Enare, realizada no começo de 2025.

Sobre o Enare

O Exame Nacional de Residência (Enare) é um processo seletivo unificado para ingresso em programas de residência em saúde. A iniciativa busca padronizar e ampliar o acesso às vagas, oferecendo às instituições maior visibilidade e aos candidatos um sistema integrado de escolha.

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Realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o Enare tem entre seus objetivos: democratizar o acesso aos programas de residência em saúde; ampliar a transparência e uniformidade dos critérios de seleção dos programas; garantir oportunidades justas e isonômicas para todos os candidatos; otimizar a ocupação das vagas de residências no país; e reduzir custos operacionais das instituições aderentes ao processo de seleção de residentes.

Como funciona a adesão complementar

Residência Médica: a adesão está restrita a programas e vagas em especialidades ofertadas no Enare e que já possuam candidatos inscritos.

Residência em Área Profissional da Saúde: caso necessário, as instituições poderão solicitar formalmente o cadastro de programas ao suporte do Enare durante o período de adesão.

Instituições com programas em processo de autorização

As instituições com programas de residência em processo de autorização pela CNRM ou CNRMS, que ainda não possuem ato autorizativo, podem aderir mediante apresentação do protocolo de solicitação, conforme cada modalidade:

– Residência em Área Profissional da Saúde: protocolo de solicitação de autorização de funcionamento de programa registrado no Sistema Nacional de Residências em Saúde – SINAR;

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– Residência Médica: protocolo de Pedido de Credenciamento de Programa (PCP) no Sistema Nacional da Comissão Nacional de Residência Médica (SisCNRM).

Cronograma (Enare 2025/2026)

· Período de adesão complementar: de 24/11/2025 a 28/11/2025

· Previsão da divulgação das listas atualizadas de instituições, programas e vagas: 10/12/2025

· Divulgação dos editais de matrícula pelas instituições: de 12/12/2025 a 19/12/2025

· Último período de ajustes de programas e vagas pelas instituições: de 05/01/2026 a 12/01/2026

· Oportunidade de escolha dos candidatos para admissão nos programas de residência ofertados: a partir de 22/01/2026

· Período para matrícula dos candidatos nas instituições: de 06/02/2026 a 31/03/2026 (conforme categoria de residência)

Victor Almeida
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde debate avaliação de tecnologias em saúde para doenças ultrarraras em evento internacional

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O Ministério da Saúde participou, nos dias 16 e 17 de setembro, do II Workshop Internacional de Avaliação de Tecnologias em Saúde para Doenças Ultrarraras, no Rio de Janeiro.  Com o tema “Evidências que conectam ciência, avaliação e decisão em saúde”, o encontro reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir desafios metodológicos e novas perspectivas em Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) aplicadas às doenças ultrarraras. 

A pasta foi representada pela diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), Luciene Bonan. “Nas doenças ultrarraras, os desafios para produzir e interpretar evidências são ainda maiores, e isso exige que a avaliação de tecnologias em saúde avance também do ponto de vista metodológico”, destacou a diretora. 

O evento foi promovido pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e pela Fundação Pró-Coração (Fundacor), com cooperação do Ministério, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Universidade de York. 

Um dos destaques do evento foi a participação do professor Michael Drummond, referência internacional em Economia da Saúde e ATS da Universidade de York, no Reino Unido. 

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Transmitida ao vivo com tradução simultânea, a programação contou com um curso introdutório de estimativa de custos em relatórios de ATS para o Sistema Único de Saúde (SUS), painéis internacionais e mesas-redondas de temas como equidade e acessibilidade financeira. 

Também foram apresentados trabalhos do Projeto York, programa de cooperação científica e metodológica firmado a partir de um memorando de entendimento entre o Ministério da Saúde e a Universidade de York. 

Além de ampliar o intercâmbio entre os centros de pesquisa brasileiros e a universidade britânica, a parceria tem o objetivo de fortalecer a cooperação científica no desenvolvimento de pesquisas nas áreas de avaliação de tecnologias em saúde, considerando limiares de custo-efetividade alternativos, fatores de equidade e métodos para a avaliação de impacto de políticas de saúde. 

Como explicou Luciene Bonan, a iniciativa também visa otimizar o processo de incorporação de tecnologias em saúde ao SUS, discutindo parâmetros econômicos e metodologias específicas para a avaliação de evidências no contexto das doenças ultrarraras. 

“O trabalho desenvolvido em parceria com a Universidade de York contribui justamente para qualificar esse debate e oferecer ao Ministério da Saúde instrumentos mais adequados para apoiar decisões baseadas em evidências, considerando as particularidades dessas tecnologias e o contexto do SUS” pontuou. 

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As pesquisas deverão subsidiar a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) durante as etapas de deliberação dos medicamentos e procedimentos que serão oferecidos pela rede pública de saúde. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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