Mato Grosso

Intermat recebe certificação de nível máximo em Governança e Gestão do Governo Federal

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O Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) recebeu, pela primeira vez, a certificação máxima em Melhoria da Governança e Gestão, do Governo Federal, que reconhece a evolução da autarquia na priorização e sistematização dos serviços prestados pelo órgão.

A premiação, considerada nível máximo pela avaliação, é da Categoria Bronze 4, correspondendo ao maior índice. A mensuração da nota varia de 75 a 100 pontos. O Intermat conquistou a nota 88.43 ao apresentar uma alta elevação na implementação de ações de melhoria da gestão e dos processos gerenciais, como a digitalização de serviços prestados à população e a melhoria na satisfação dos atendimentos.

O presidente do Intermat, Francisco Serafim, destacou a importância da certificação que consolida a proeminência do órgão e reconhece o desempenho da equipe de servidores ao longo do ano.

“O recebimento deste prêmio é gratificante para os servidores do Intermat e para quem faz a regularização fundiária das famílias do Estado de Mato Grosso. Muito obrigado ao governador Mauro Mendes, ao secretário Fábio e todos que colaboraram na garantia da segurança jurídica para regularizar as propriedades da sociedade e proporcionar uma satisfação maior para todos os ocupantes. Após este reconhecimento, estamos confiantes e fortes para continuar melhorando cada vez mais o nosso desempenho”, declarou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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