Mato Grosso

Investigação da Polícia Civil resulta na condenação de dois jovens pelo crime de homicídio em Rondonópolis

Publicado

Uma investigação realizada pela Polícia Civil de Rondonópolis possibilitou a condenação de dois homens pelo assassinato de José Francisco de Sousa Filho, de 39 anos. A vítima, que era natural de Guiratinga (MT), foi executada a tiros enquanto transitava de bicicleta por uma calçada da cidade, em 2023. Somadas, as sentenças ultrapassam 75 anos de prisão.

O julgamento ocorreu na última terça-feira (25.2), em que foram condenados os réus Anderson Alves da Silva, sentenciado a 38 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 dias-multa e Deyfferson Wilk Alves dos Santos, que recebeu pena de 37 anos e 2 meses de reclusão, além de 10 dias-multa. Ambos foram condenados com base no artigo 69 do Código Penal, que prevê o concurso material de crimes.

O crime foi praticado em 18 de agosto de 2023. Desde então, os trabalhos investigativos foram conduzidos pela Delegacia de Homicídios de Rondonópolis (DHPP). No decorrer das investigações foi possível apurar toda a ação da dupla.

Leia mais:  Força Tática impede tentativa de homicídio e prende dois faccionados

Nas diligências, os policiais conseguiram localizar câmeras de segurança que registraram o fato criminoso. As imagens mostram uma caminhonete branca saindo da Avenida São João e virando na Rua São José, às 17h50. O veículo para, dois homens descem do veículo e seguem em direção a José Francisco.

Ao se aproximarem da vítima, um deles dispara diversas vezes, enquanto o outro registra a execução com um celular. José Francisco cai ao lado da bicicleta, é socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resiste aos ferimentos e morre antes mesmo de chegar ao hospital.

Com base nas evidências e demais investigações, a Polícia Civil chegou à identificação e prisão dos suspeitos. O primeiro, de 24 anos, foi detido na noite de 22 de agosto de 2023, no Bairro Residencial Carlos Bezerra, em Rondonópolis. O segundo, de 26 anos, foi preso na manhã seguinte, após trocar tiros com a polícia, ao tentar fugir para uma área de mata, no loteamento Alta Vista Parque. Ele conduzia a caminhonete usada no crime.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros realiza palestra educativa na APAE sobre prevenção e segurança

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Publicado

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia mais:  Mato-grossense do Projeto Olimpus fatura o bronze em segundo dia de competição ibero-americana de Atletismo

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana