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Item pessoal e bagagem de mão: saiba como diferenciar

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Item pessoal e bagagem de mão: saiba como diferenciar
Maurício Brum

Item pessoal e bagagem de mão: saiba como diferenciar

Antes de viajar de avião, seja a trabalho ou lazer, a bagagem costuma render um estresse a mais, motivado pelas taxas que podem surgir com a necessidade de um possível despacho por conta de peso ou tamanho.

A legislação indica que o passageiro tem direito a levar dois volumes na cabine: a bagagem de mão e o item pessoal. Só que a nomenclatura é vaga e está longe de ser intuitiva, o que pode gerar uma certa confusão na organização da viagem.

Qual a diferença entre item pessoal e bagagem de mão?

As principais diferenças estão no local onde será transportado e o tamanho máximo de cada tipo de carga. Em geral, a bagagem de mão costuma ser utilizada para transportar roupas e é levada no compartimento acima dos assentos dos passageiros, com o tamanho máximo de 55cm x 40cm x 25cm e peso limite de 10kg.

Já o item pessoal , que também é conhecido como mochila de viagem , deve ser pequeno o suficiente para caber embaixo do assento à frente do passageiro. Mesmo que a legislação não defina um limite exato, algumas companhias aéreas divulgam os limites estabelecidos por cada empresa. Na prática, porém, é raro que mochilas sejam verificadas com o mesmo rigor de bagagens com características de “mala”.

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Latam e Azul utilizam as mesmas medidas para o item pessoal, sendo 35cm x 25cm x 40cm em tamanho e 2kg de peso. Em geral, esse espaço costuma levar itens pessoais e mais frágeis, como notebooks, documentos, câmeras fotográficas, itens de higiene ou passatempos para o período do voo.

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Essas diretrizes foram definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), ou seja, são válidas em voos nacionais. Em viagens para outros países, a melhor tática é verificar as regras da companhia aérea ou do país a que a empresa está vinculada.

Dá pra levar as duas coisas?

Sim! As normas brasileiras permitem que o passageiro leve tanto uma bagagem de mão quanto um item pessoal. O que não quer dizer que isso não cause problemas na hora de embarcar, já que é comum surgir a necessidade de despachar as bagagens de mão devido à falta de espaço .

E como escolher a forma de transportar os itens pessoais?

Aqui no Brasil não há restrição na forma de transporte, ou seja, pode ser uma sacola, ecobag, mochila, bolsa de fraldas ou qualquer outra alternativa, desde que caiba no espaço abaixo do banco. No entanto, recomenda-se que a escolha seja feita pensando em facilitar o manuseio e transporte, priorizando um material leve e maleável.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Turismo brasileiro terá pesquisa inédita para mapear perfil e hábitos de turistas em 50 destinos

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O Ministério do Turismo e o Itaipu Parquetec deram início, nesta quarta-feira (16), à primeira edição da Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT), uma iniciativa inédita que irá ouvir turistas em 50 municípios brasileiros, das cinco regiões do país. A expectativa é realizar cerca de 22,5 mil entrevistas presenciais até 3 de outubro e consolidar informações para apoiar o desenvolvimento do turismo nacional.

O levantamento vai ampliar o conhecimento sobre os visitantes que circulam pelos destinos brasileiros. Entre os aspectos analisados estão as motivações da viagem, o planejamento do deslocamento, as fontes de informação usadas na escolha do destino e a avaliação da experiência vivida.

A estratégia integra as ações do Observatório Nacional de Turismo Sustentável, criado a partir do acordo de cooperação firmado, em 12 de fevereiro de 2025, entre o Ministério do Turismo e o Itaipu Parquetec, responsável pela pesquisa. Com vigência de três anos, o acordo prevê a execução de medidas voltadas à inovação, à transformação digital, à sustentabilidade e à responsabilidade no turismo brasileiro.

A execução da pesquisa conta com a participação da Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT), responsável pelo planejamento metodológico, pela coordenação da coleta de dados e pela consolidação dos resultados.

O questionário, padronizado para todos os municípios participantes, reúne informações sobre meios de transporte, hospedagem, tempo de permanência, composição dos grupos de viagem, atividades realizadas e gastos durante a estadia.

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Além de identificar padrões de comportamento dos turistas, o levantamento também vai trazer a percepção dos visitantes sobre infraestrutura, qualidade dos serviços, acessibilidade, segurança, conectividade e preços.

Os resultados terão representatividade estatística para cada município e serão disponibilizados por meio dos painéis do Observatório Nacional de Turismo Sustentável, com previsão de lançamento até abril de 2027.

Seleção dos municípios

Os 50 municípios participantes foram definidos com base no Mapa do Turismo Brasileiro vigente no início da execução do acordo de cooperação. 

A seleção considerou os municípios turísticos mais bem posicionados em cada unidade da Federação – segundo o Índice Geral dos Municípios, ranking que categoriza os destinos a partir da análise de 70 indicadores, distribuídos em dez dimensões relacionadas ao turismo –, mas a expectativa é ampliar a participação. 

Para isso, a infraestrutura desenvolvida para a pesquisa, que inclui questionário validado, plataforma de coleta de dados e capacitações oferecidas por meio de ambiente virtual de aprendizagem, será disponibilizada a municípios interessados em usar a metodologia.

Também estão previstos workshops nas cinco regiões do país e uma conferência nacional até o fim do primeiro semestre de 2027, com o objetivo de apresentar a metodologia e compartilhar conhecimentos relacionados ao levantamento.

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A coleta da Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) será feita por pesquisadores capacitados e identificados por crachá, em pontos de circulação e concentração de visitantes. Poderão participar turistas brasileiros e estrangeiros com 18 anos ou mais, não residentes no município pesquisado, que tenham realizado ou pretendam realizar pelo menos um pernoite no destino durante a viagem.

Confira as cidades onde as pesquisas serão aplicadas:

Região Norte

  • Ananindeua/PA

  • Belém/PA

  • Boa Vista/RR

  • Cruzeiro do Sul/AC

  • Ji-Paraná/RO

  • Macapá/AP

  • Manaus/AM

  • Palmas/TO

  • Paraíso do Tocantins/TO

  • Porto Velho/RO

  • Rio Branco/AC

Região Nordeste

  • João Pessoa/PB

  • Recife/PE

  • Maceió/AL

  • Natal/RN

  • Aracaju/SE

  • Cabedelo/PB

  • Caucaia/CE

  • Fernando de Noronha/PE

  • Fortaleza/CE

  • Japaratinga/AL

  • Parnaíba/PI

  • Parnamirim/RN

  • Porto Seguro/BA

  • Salvador/BA

  • São Cristóvão/SE

  • São José de Ribamar/MA

  • São Luís/MA

  • Teresina/PI

Região Sudeste

  • São Paulo/SP

  • Rio de Janeiro/RJ

  • Armação dos Búzios/RJ

  • Belo Horizonte/MG

  • Extrema/MG

  • Ilhabela/SP

  • Vila Velha/ES

  • Vitória/ES

Região Sul

  • Balneário Camboriú/SC

  • Curitiba/PR

  • Florianópolis/SC

  • Foz do Iguaçu/PR

  • Gramado/RS

  • Porto Alegre/RS

Região Centro-Oeste

  • Brasília/DF

  • Caldas Novas/GO

  • Campo Grande/MS

  • Cuiabá/MT

  • Goiânia/GO

  • Sinop/MT

  • Três Lagoas/MS

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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