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Juca do Guaraná solicita passarela acessível na Avenida da FEB para garantir segurança de pedestres

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) protocolou, nesta quarta-feira (21), uma indicação ao Governo do Estado solicitando a construção de uma passarela metálica elevada para pedestres na Avenida da FEB, em Várzea Grande. A proposta visa garantir uma solução definitiva para a travessia segura da via, onde moradores se expõem diariamente a riscos elevados devido ao intenso fluxo de veículos e à falta de estrutura adequada.

A indicação foi formulada após sucessivos apelos da população local e diante do alto número de acidentes de trânsito registrados no trecho, muitos deles com vítimas fatais. A urgência da medida foi reforçada pelo atropelamento que resultou na morte de Ilmes Dalmes Mendes da Conceição, de 71 anos, ocorrido na última terça-feira (20), enquanto ela tentava atravessar a avenida.

“Não podemos continuar contando vítimas para só então agir. A Avenida da FEB precisa de uma intervenção estrutural urgente para salvar vidas”, afirmou Juca do Guaraná.

Segundo o deputado, a implantação de uma passarela equipada com elevador ou outro mecanismo de acessibilidade é essencial para assegurar o direito de ir e vir com segurança, especialmente para idosos, pessoas com deficiência e trabalhadores que utilizam a via diariamente.

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“Estamos falando de uma obra que não é luxo, é necessidade. Segurança no trânsito também é política pública de proteção à vida, e o Governo do Estado precisa priorizar essa demanda”, destacou.

Juca do Guaraná reforçou que seguirá cobrando providências e mantendo diálogo com o Executivo estadual para que a indicação seja atendida o quanto antes, evitando que novas tragédias se repitam em um dos trechos mais perigosos de Várzea Grande.

Fonte: ALMT – MT

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Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

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Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

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Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

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Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

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