Mato Grosso

Justiça Eleitoral participa do Mutirão de Cidadania Social, em Várzea Grande

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A 49ª Zona Eleitoral, com sede em Várzea Grande, participará do V Mutirão de Cidadania Social, que será realizado neste sábado (30.08), das 8h às 12h, na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Alino Ferreira de Magalhães Endereço. O local fica na Av. Verdão, nº 1067, bairro Jardim Maringá, no município várzea-grandense.  

 

A iniciativa é promovida pelo deputado estadual Wilson Santos e pelo vereador Charles da Educação, com o objetivo de aproximar a população de serviços públicos gratuitos, com atendimentos e orientações nas áreas de saúde, educação, assistência social, cidadania, cultura e lazer. 

 

Segundo o chefe de cartório da 49ª Zona Eleitoral, Marcio Nei Ribeiro, a participação do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) no mutirão tem a finalidade de facilitar o acesso da população aos serviços prestados pela Justiça Eleitoral, incluindo: alistamento eleitoral (confecção do 1º título); transferência de domicílio eleitoral; revisão de dados cadastrais; regularização de situação eleitoral; e coleta de dados biométricos.  

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Para a maioria dos serviços eleitorais, basta apresentar um documento oficial com foto. Já para transferência de domicílio eleitoral e regularização de título cancelado, é necessário apresentar, além do documento oficial de identificação, um comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 anos que forem tirar o primeiro título também devem levar o comprovante de quitação militar.    

 

A 49ª Zona Eleitoral possui 96.350 pessoas aptas ao voto, das quais 88.073, ou seja, 91,41% já cadastraram a biometria. O Mutirão de Cidadania Social é mais uma oportunidade de atendimento para o eleitor ou eleitora que ainda não fez o cadastramento biométrico. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um servidor da Justiça Eleitoral auxiliando uma pessoa durante o procedimento de coleta biométrica. Ele segura o leitor digital enquanto orienta o eleitor a posicionar o dedo corretamente. Sobre a mesa estão um computador e outros equipamentos utilizados no atendimento, em um ambiente organizado para o atendimento eleitoral. 

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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