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Licores artesanais ganham destaque e conquistam novos consumidores com experiências sensoriais e sabores criativos

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O mercado de destilados premium vive uma fase de renovação e experimentação, impulsionada pela curiosidade dos consumidores e pelo desejo de vivenciar novas experiências sensoriais. Essa tendência tem fortalecido a presença dos licores artesanais, categoria que vem registrando crescimento expressivo dentro da Weber Haus, destilaria gaúcha com mais de 70 anos de tradição.

Segundo a empresa, o aumento nas vendas da linha de licores reflete um comportamento mais criativo e exploratório por parte do público. “O consumidor está mais aberto a experimentar novos sabores e categorias, indo além da cachaça e dos destilados tradicionais. O licor voltou a ser protagonista na experiência gastronômica e no entretenimento”, afirma Evandro Weber, CEO da Weber Haus.

Criatividade no copo: o sucesso da mistura “banoffe”

Entre as experiências inusitadas que nasceram da interação com o público, uma criação ganhou destaque: o sabor “banoffe”, uma mistura dos licores de banana e doce de leite, inspirada na clássica sobremesa inglesa.

“Essa receita nasceu da criatividade dos nossos clientes. É uma forma leve e saborosa de representar o novo momento do mercado — mais livre, experimental e aberto ao prazer de combinar sabores”, destaca Weber.

A combinação virou tendência entre os apreciadores da marca e simboliza o novo perfil do consumidor, que busca autenticidade e diversão na hora de degustar bebidas.

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Portfólio diversificado e inovação sensorial na Weber Haus

O portfólio de licores da Weber Haus oferece uma ampla variedade de sabores, que vão desde os clássicos, como cappuccino, limão siciliano, menta e frutas vermelhas, até criações mais ousadas e exóticas.

Um dos lançamentos mais recentes é a bebida mista de jambu, pimenta e canela, uma combinação que proporciona sensações únicas ao paladar. O toque levemente anestesiante do jambu somado ao calor da pimenta cria uma experiência intensa e marcante, que vai além do simples ato de beber.

O novo consumo: prazer, emoção e autenticidade

De acordo com a destilaria, o consumo de bebidas hoje é guiado por emoção e experiência, e não apenas pelo sabor. O público busca produtos que despertem sensações e contem histórias autênticas, valorizando a qualidade artesanal e o vínculo com a tradição.

“O licor voltou ao centro da conversa, e estamos prontos para acompanhar esse momento com qualidade e originalidade”, conclui Evandro Weber.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do setor batem recorde e reforçam protagonismo mundial

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O algodão brasileiro segue ampliando sua relevância no comércio internacional e alcançou mais um resultado histórico em maio. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o país embarcou 291,2 mil toneladas da fibra no mês, o maior volume já registrado para maio. As vendas renderam cerca de R$ 2,25 bilhões, reforçando a força de uma cadeia que se consolidou como uma das mais competitivas do agronegócio nacional.

O desempenho ganha ainda mais relevância diante da expansão do mercado algodoeiro brasileiro nos últimos anos. O país disputa a liderança mundial das exportações da fibra e tem ampliado sua participação em mercados estratégicos da Ásia, principal destino da produção nacional. Com tecnologia, produtividade elevada e ganhos logísticos, o algodão deixou de ser uma cultura regional para se transformar em uma importante fonte de geração de renda e divisas para o país.

Na comparação com maio de 2025, os embarques cresceram 51,5% em volume, enquanto o faturamento avançou 45,3%. Embora o resultado tenha ficado abaixo das 370,4 mil toneladas exportadas em abril, o setor considera o movimento compatível com a sazonalidade do mercado e sem impacto sobre o excelente desempenho da temporada.

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Com o resultado de maio, o Brasil ultrapassou a marca de 3,1 milhões de toneladas exportadas no acumulado da temporada 2025/26, iniciada em julho do ano passado. O volume representa um novo recorde para a cotonicultura nacional e confirma a crescente demanda internacional pela fibra produzida no país.

Além dos números expressivos, o setor comemora a diversificação dos mercados compradores. Bangladesh liderou as importações em maio, absorvendo 21,1% dos embarques brasileiros. Na sequência aparecem Paquistão, com 19%, Turquia, com 14,2%, e Vietnã, com 13,4%. Juntos, Bangladesh e Paquistão responderam por aproximadamente 40% de todo o algodão exportado pelo Brasil no período.

A mudança no perfil dos compradores também chama atenção. Tradicionalmente um dos principais destinos da fibra brasileira, a China respondeu por 9,6% das compras em maio, participação inferior à observada ao longo da temporada. A Índia também reduziu suas aquisições após alterações em sua política de importação. Para o setor, a capacidade de ampliar vendas para diferentes mercados demonstra a competitividade do produto brasileiro e reduz a dependência de poucos compradores.

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O algodão já ocupa posição de destaque entre os produtos exportados pelo agronegócio. Em maio, a fibra respondeu por 1,41% de todas as exportações brasileiras e figurou entre os principais produtos agropecuários embarcados pelo país. O resultado reflete os investimentos realizados pelos produtores em tecnologia, qualidade da fibra, sustentabilidade e rastreabilidade, fatores cada vez mais valorizados pelos mercados internacionais.

Com a safra em expansão e a demanda global permanecendo aquecida, a expectativa do setor é de continuidade do bom desempenho nos próximos meses. O cenário reforça o protagonismo do algodão brasileiro no comércio mundial e consolida a cultura como uma das atividades mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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