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Linguiça de Bragança Paulista conquista selo nacional e poderá ser vendida em todo o Brasil

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A tradicional Linguiça de Bragança Paulista, conhecida em todo o estado de São Paulo, agora poderá ser comercializada em todo o território nacional.

O avanço foi possível após o Sistema de Inspeção Municipal (SIM) da cidade ser equiparado ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), segundo anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Equiparação abre caminho para expansão de agroindústrias locais

Com o novo reconhecimento, uma agroindústria já está autorizada a ampliar suas vendas para outros estados. No entanto, outras empresas locais poderão solicitar o enquadramento, desde que atendam às exigências do sistema nacional.

De acordo com a Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária em São Paulo (SFA-SP), a adesão ao Sisbi-POA fortalece o agronegócio paulista, ampliando oportunidades de renda, negócios e arrecadação.

Bragança Paulista adequou estrutura e legislação para conquistar o selo

Para obter a equiparação, o município ajustou sua legislação e modernizou o serviço de inspeção municipal, garantindo estrutura técnica adequada e número suficiente de médicos-veterinários para garantir a fiscalização de qualidade.

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Segundo o secretário de Desenvolvimento dos Agronegócios de Bragança Paulista, Leonardo Godoi Paes, as adequações “fortaleceram o controle sanitário e estimularam a expansão da cadeia produtiva local”.

Tradição e importância econômica da Linguiça de Bragança

Produzida há décadas, a linguiça artesanal de Bragança Paulista tem origem na tradição dos imigrantes europeus, que introduziram técnicas de criação de suínos e fabricação artesanal.

Atualmente, o município conta com 15 agroindústrias dedicadas à produção do embutido, empregando entre cinco e 26 trabalhadores cada.

Com o selo do Sisbi-POA, a expectativa é que a produção local possa triplicar, gerando empregos e impulsionando o desenvolvimento regional.

Empresas precisam cumprir normas rigorosas de qualidade

Para obter o selo do Sisbi-POA, as agroindústrias devem comprovar controle rigoroso de processos, incluindo monitoramento da água utilizada, controle de temperatura, equipamentos adequados e rotulagem conforme normas federais.

Esses requisitos garantem padrões de qualidade e segurança equivalentes aos exigidos pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

São Paulo amplia rede de consórcios integrados ao Sisbi-POA

Em outubro, o estado de São Paulo teve a integração de quatro novos consórcios intermunicipais ao Sisbi-POA:

  • Consórcio Intermunicipal Três Rios,
  • Consórcio de Desenvolvimento do Vale do Rio Grande,
  • Consórcio Intermunicipal Novo Vale, e
  • Consórcio Intermunicipal do Centro do Estado de São Paulo.
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Com essas adesões, o estado passa a contar com seis consórcios integrados ao sistema, o que permite que municípios compartilhem serviços de inspeção e ampliem o alcance de suas agroindústrias no mercado nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aquicultura: Rio Grande do Norte é o segundo maior produtor de camarão do Brasil

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Ao apresentar na quinta-feira (08) o Pronaf Azul (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), no auditório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Natal (RN), o ministro Edipo Araujo ressaltou: “Quando falamos de pujança do segmento de Pesca e Aquicultura aqui no Rio Grande do Norte, falamos de 103 mil de pescados gerados por esses trabalhadores, que colocam alimento de qualidade na nossa mesa. Falar de alimento de qualidade é dizer que nós estamos trabalhando com a proteína animal que causa menos impacto ao meio ambiente, quando se fala em emissão de gases de efeito estufa. Precisamos que o pescado seja consumido pela população com maior frequência e maior quantidade”. A explanação integrou a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) no estado, que também incluiu reunião com a governadora Fátima Bezerra e com as mulheres da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP). O MPA também participou do lançamento da 22ª edição da Feira Nacional do Camarão.

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No auditório do Incra, os representantes da Pesca e Aquicultura puderam conhecer a linha de crédito específica para o setor, que está inserida no Plano Safra. A política contempla três modalidades: Pronaf B, Pronaf Mais Alimentos e Pronaf Custeio. Também foram apresentados os Projetos de Assentamento Agroextrativista Pesqueiro (PAEs Pesqueiros). A iniciativa integra o Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) e é desenvolvida em parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e outros órgãos públicos.

A reunião com a governadora Fátima Bezerra contemplou as pautas da produção do estado e as políticas públicas do Governo Federal. Em seguida, foi realizada reunião com as representantes da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP).

 

“Nós temos uma agenda bem sólida aqui no Rio Grande do Norte, falando das políticas da pesca e da aquicultura. Estamos falando da transversalidade das políticas públicas, como no caso dos PAEs Pesqueiros. Queremos alinhar e cada vez mais fortalecer as políticas em conjunto. É importante ressaltar que o Rio Grande do Norte é o segundo maior produtor de camarão. A carcinicultura aqui é forte”, afirmou o ministro.

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Ao final do dia, o MPA também participou do lançamento da 22ª edição da Feira Nacional do Camarão (FENACAM) com representantes do setor da carcinicultura. Foram discutidos os desafios e as oportunidades do setor. O evento será realizado de 17 a 20 de novembro, em Natal.

 

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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