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Lisboa: onde e como andar de bondinho na capital portuguesa

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Lisboa: onde e como andar de bondinho na capital portuguesa
Maurício Brum

Lisboa: onde e como andar de bondinho na capital portuguesa

Além de ser um xodó dos moradores, a rede de bondinhos de Lisboa é um dos principais meios de locomoção da cidade e um grande atrativo para visitantes, permitindo conhecer os encantos da capital portuguesa a bordo de um transporte centenário. Ao todo, são seis linhas com cerca de 58 eléctricos , como são chamados os bondinhos em Portugal , que circulam pelo charmoso centro histórico.

Com um legado que ultrapassa gerações, os bondes de Lisboa estão em funcionamento desde o final do século 19. Eles foram criados com o objetivo de facilitar a circulação nas ladeiras da capital portuguesa, que também é chamada de Cidade das Sete Colinas.

Desde então, esse meio de transporte já passou por diversas reformas e se tornou cada vez mais popular entre moradores e turistas, aparecendo de forma recorrente nos cartões-postais lisboetas ao longo das décadas.

As linhas dos eléctricos de Lisboa

Atualmente, há seis linhas de bondinhos, embora a 15, 25 e a 28 sejam as mais procuradas entre os turistas:

  • A linha 12 é a mais curta de todas. Ela funciona em sentido único, partindo da Praça do Martim Moniz e seguindo até a Praça da Figueira. No trajeto, o bonde ainda passa em Alfama, pelo Largo das Portas do Sol, que abriga um dos mais famosos mirantes de Lisboa.
  • A linha 15 , por sua vez, liga o centro de Lisboa a Belém, freguesia portuguesa onde fica o Mosteiro dos Jerônimos e a Torre de Belém. O elétrico parte da Praça da Figueira e passa pela Praça do Comércio antes de chegar ao seu destino. Tudo isso em um trajeto que dura cerca de 22 minutos.
  • Com uma rota que dura cerca de meia hora, a linha 18 não é muito turística. De segunda a sábado, ela parte do Cais do Sodré e vai até o Cemitério Ajuda, situado na freguesia de Ajuda. Nos domingos e feriados, o bonde não circula.
  • Reinaugurada em 2018, após 23 anos desativada, a linha 24 oferece um trajeto curto, que se estende por 20 minutos. O embarque é na Praça Luís de Camões. Em seguida, ele vai até a freguesia de Campolide, passando pelo Bairro Alto e pelo Príncipe Real.
  • A linha 25 é a mais utilizada pelos próprios lisboetas para ir ao trabalho. Em atividade de segunda a sexta-feira, ela parte da Praça da Figueira e segue até o Cemitério dos Prazeres, em Campo de Ourique. No caminho, há algumas atrações, como a Praça do Comércio, o bairro de Santos, o Jardim e a Basílica da Estrela.
  • A linha 28 , que já teve como ilustre passageiro o poeta Fernando Pessoa, é sem dúvidas a mais famosa de Lisboa. Ela começa na Praça Martim Moniz e segue até o Cemitério dos Prazeres. O trajeto contempla diversos pontos turísticos, entre eles o bairro da Graça, a Igreja de São Vicente, o Miradouro das Portas do Sol, a Sé de Lisboa, o bairro do Chiado, a Praça Luís de Camões e a Basílica da Estrela.
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A passagem custa € 3,10, se for comprada com o próprio operador do bonde. Para quem utiliza o cartão Viva Go ou Viagem CARRIS/Metro, o preço diminui para € 1,61 e € 1,80, respectivamente. Mais informações sobre os valores podem ser encontradas no site da Carris .

Qual é o melhor horário para passear de bonde?

Para evitar longas filas e aproveitar o passeio com mais tranquilidade, ainda mais se a escolhida for a linha 28 , a recomendação é embarcar nas primeiras horas da manhã, de preferência antes das 9h. Outra possibilidade é embarcar após às 17h. Por outro lado, em linhas mais usadas por quem trabalha na cidade, o ideal é evitar os horários no começo e no fim da jornada laboral.

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De qualquer forma, uma dica importante para quem vai andar de bonde, é ter cuidado com os seus objetos pessoais, como bolsas, celulares, cartões e documentos. A grande quantidade de passageiros faz com que esse seja um ponto popular entre batedores de carteiras. Os furtos não costumam envolver violência, mas vale ter atenção para não perder algo essencial e passar perrengue na viagem.

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Afinal, é transporte ou turismo?

O grande sucesso dos bondes nem sempre agrada os moradores que utilizam o transporte para circular pela cidade. Durante a manhã, na Praça Martim Moniz, muitos passageiros chegam a passar mais de uma hora na fila em frente à parada, aguardando o famoso bonde nº 28.

Embora haja bondes vermelhos projetados exclusivamente para o turismo, operados pela Yellowbus , eles são menos populares devido às tarifas mais altas: o bilhete custa € 25 e é válido por 24 horas. Isso faz com que grande parte dos visitantes opte pelos tradicionais amarelos, que deveriam ser destinados apenas para a locomoção diária.

A maioria dos usuários, portanto, acaba optando pelos micro-ônibus elétricos criados para atender quem utiliza essas mesmas rotas na rotina.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Vivendo um boom no turismo, João Pessoa recebe Fórum que vai debater protagonismo feminino no setor

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Nos dias 3 e 4 de junho, o Centro de Convenções de João Pessoa (PB) será palco de um grandioso evento que vai debater o protagonismo feminino no turismo. O encontro, que vai reunir ministras, empresárias, especialistas e representantes de organismos internacionais para debater o futuro e a força da mulher na atividade turística, coincide com o bom momento que a capital paraíba vive.

O Fórum Internacional de Mulheres no Turismo é promovido pelo Ministério do Turismo, em parceria com a ONU Turismo.

• Confira a programação aqui.
• As inscrições podem ser feitas neste link

João Pessoa se destaca pela diversidade de experiências turísticas, combinando praias de águas mornas, um centro histórico rico e preservado, além de uma gastronomia regional de excelência. Somado aos atrativos naturais e culturais, a capital passar por uma forte expansão e boom no turismo.

Nos quatro primeiros meses de 2026, a cidade recebeu 662.976 passageiros, um aumento de 10,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Outro dado que comprova esse cenário é a ocupação hoteleira, que viu sua taxa saltar de 76,77% em 2025 para 87,28% neste ano.

No início de 2026, especialmente nos feriados, João Pessoa foi uma das cidades mais procuradas pelos brasileiros em uma importante plataforma internacional que vende passagens aéreas, comercializa diárias de hotéis e oferece pacotes de viagens.

De acordo com a Prefeitura de João Pessoa, a maior operadora de turismo da América Latina anunciou recentemente que a venda de pacotes para a capital paraibana deve aumentar em torno de 40% nos próximos meses – na comparação com o início do ano.

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Como chegar

O Fórum Internacional de Mulheres no Turismo será realizado no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha, no quilômetro 5 do Polo Turístico Cabo Branco.

O local ficar apenas a 10 km da rede hoteleira e do polo gastronômico de João Pessoa e cerca de 20 km do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto.

Para chegar ao local do evento, por táxi ou aplicativo, indique no app “Teatro Pedra do Reino”. O endereço deve constar como Rodovia PB-008, Km 5, Polo Turístico Cabo Branco.

Para quem estará hospedado no Polo Turístico Cabo Branco, a dica é usar aplicativos de transporte pela proximidade com o Centro, que fica a cerca de 15 minutos, a pé, pela avenida Panorâmica/Rod. Min. Abelardo Jurema Araujo.

Para quem vai de bicicleta, o trajeto conta com ciclovias e ciclofaixas em quase toda a sua extensão, saindo de Praia da Penha, Praia de Cabo Branco, Praia de Tambaú e Praia de Manaíra (via litoral).

A oferta de ciclovias e ciclofaixas é menor, porém, para quem precisa sair do centro da capital e de bairros mais periféricos.

Na cidade é possível se deslocar com patinetes elétricos por aluguel, mas o trânsito é proibido nas ciclovias na orla.

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Opções para curtir

Vale a pena uma caminhada no Centro Histórico, pela Praça Antenor Navarro, para observar a arquitetura do Centro Cultural São Francisco e conhecer o Parque Solon de Lucena.

Na orla urbana, as praias de Tambaú e Cabo Branco concentram excelentes hotéis e com uma rica diversidade de gastronomia.

De Tambaú saem os catamarãs para as piscinas naturais de Picãozinho e do Seixas. A dica de serviço aqui é o planejamento: o passeio só vale a pena na maré baixa, então, é necessário consultar a tábua de marés da Marinha (o ideal é que o nível esteja entre 0.0 e 0.4) antes de agendar a saída.

Há, ainda, roteiros incríveis para os municípios vizinhos. A cerca de 30 quilômetros ao sul, na Costa do Conde, encontram-se as águas mais calmas da Praia de Coqueirinho – onde há o encontro do rio com o mar na Barra do Gramame.

Já no litoral norte, em Cabedelo, a estrutura atende a quem busca surfar em Intermares ou descansar nos clubes de praia da Ponta de Campina. Para fechar o dia na região, a tradição local é ir à Praia do Jacaré, às margens do Rio Paraíba, e acompanhar o pôr do sol ouvindo o Bolero de Ravel sendo tocado no saxofone.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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