Mato Grosso

Livro aprovado no edital da Secel propõe mergulho sobre o patrimônio histórico de Cuiabá

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O Livro Porto Cuiabá, que propõe um mergulho poético sobre o patrimônio histórico da capital do Estado, será lançado hoje (07.4), na véspera do aniversário de Cuiabá, a partir das 19h, na Praça Maria Ricci. A obra é viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do Edital Viver Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT).

“O livro tem como objetivo provocar e conscientizar a população sobre as transformações da cidade. Por exemplo, locais que eu fiz a intervenção urbana com objeto de usos pessoais e afetivos foram, muitas vezes, descaracterizados ou destruídos. Devemos ter esse olhar de cuidado, até porque ali tem sentimentos, afetos”, destaca a autora, Mari Gemma De La Cruz.

Com fotografias autorais e poemas construídos a partir de memórias, a artista aborda o apagamento da lembrança coletiva e o abandono do patrimônio arquitetônico, ambiental, material e imaterial.

“Eu acredito que toda vez que a gente resgata e conserva o patrimônio, seja material ou imaterial, estamos mostrando a estrada que caminhamos ao longo do tempo. O que construímos e conservamos acaba contribuindo para a memória e conhecimento posterior”, explica.

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A obra ainda traz um mapa interativo que localiza os pontos fotografados, QR codes que levam o público a um aplicativo com imagens atuais dos locais e que permitem a exploração dos registros ao longo do tempo, videoarte e depoimento de uma moradora do Porto, conectando memória e tecnologia para além das páginas do livro.

Porto Cuiabá é mais do que um livro: é um convite à reflexão sobre pertencimento, deslocamento e identidade. Construído a partir do olhar de uma artista “pau rodado”, migrante do Sul que, há 36 anos, fincou raízes na curva do rio, em Cuiabá e transformou suas vivências em arte e a memória em resistência.

O lançamento, no formato de Sarau, será na Praça Maria Ricci no bairro Porto, em Cuiabá. Haverá projeção das fotografias do livro, muitas delas feitas em lugares próximos à praça, bem como projeção de vídeos. O evento reúne artes visuais, música e poesia.

Serviço: Lançamento do livro de artista Porto Cuiabá
Data: 07/4/2025
Local: Praça Maria Ricci, em frente ao Bar do Edgar, rua Joaquim de Albuquerque, 10, Bairro do Porto, Cuiabá.
Horário: a partir das 19 h

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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