Turismo

Londres: Museu de História Natural organiza noites do pijama

Publicado

Londres: Museu de História Natural organiza noites do pijama
Maurício Brum

Londres: Museu de História Natural organiza noites do pijama

Se você se encantou com o filme Uma noite no museu (2006) e sonhou em saber o que se passa nas galerias e exposições de um museu depois do anoitecer, este é o programa ideal para sua viagem.

O Museu de História Natural de Londres abriu as portas para que visitantes passem uma noite no espaço, com direito a dormir logo abaixo do grande esqueleto da baleia azul Hope, de 136 anos, no Hintze Hall. O evento inclui ainda tours noturnos, jantar e café da manhã.

Embora os cenários do filme Uma noite no museu sejam baseados no Museu de História Natural de Nova York, dá para realizar o sonho de uma noite do pijama em meio à história na capital inglesa com o Dino Snores . E há versões para todas as idades: tem programação para crianças, adolescentes e adultos, assim ninguém fica de fora.

Como funciona o Dino Snores para crianças

O Dino Snores – ou “roncos do dinossauro”, em tradução livre – convida pequenos curiosos de 7 a 11 anos a passarem uma noite no museu. A programação ocorre uma vez por mês e os ingressos se esgotam rapidamente, por isso, se antecipe na hora de planejar a viagem.

As atividades começam às 19h30 e o roteiro noturno conta com uma exploração do museu à luz de lanternas, um workshop para customizar camisetas de dinossauro e um show educacional com um cientista do museu. Pela manhã, ocorre um passeio pelas galerias antes do horário de abertura para o público geral.

Leia mais:  Estado do Tocantins ganha duas novas rotas turísticas

A entrada custa 80 libras e garantem um lanche e café da manhã. Todas as crianças devem ser acompanhadas por adultos, que também pagam ingresso de 80 libras. Dependendo do número de crianças, pode ser necessário que mais de um adulto acompanhe o grupo.

dino-snores-dormir-museu
Hora de dormir: será que alguém consegue? Natural History Museum/Divulgação

opções VIP , por 130 libras, com adicional de presentes para as crianças e disponibilização de uma cama de acampamento para passar a noite junto do esqueleto de um dinossauro no museu, no Earth Hall.

Todos os visitantes devem levar sacos de dormir, travesseiro e comida. Programe-se para chegar cedo: as portas são abertas às 18h30.

Uma edição especial do evento é realizada algumas vezes por ano, e permite a entrada de crianças e jovens de 7 a 17 anos. Os ingressos custam 100 libras e, na versão de 2024 da programação, dão acesso à exibição de pássaros do museu.

Versão para adultos

Além do passeio noturno pelo museu, o Dino Snores para adultos com mais de 18 anos inclui um quiz, um show de stand-up comedy e uma maratona de filmes na madrugada.

Leia mais:  Salão do Turismo bate recorde e reúne mais de 35 mil pessoas em São Paulo

Um bar também fica aberto servindo drinques e petiscos até às 00h45 – adultos podem! O despertar na manhã seguinte é com uma aula de yoga. O ingresso de 220 libras dá direito a um jantar com entrada, prato principal e sobremesa.

A categoria VIP de ingresso – que custa 280 libras –, chamada de Camp Sequoia , dá prioridade de acesso ao museu, uma sacola de brindes e uma cama de acampamento na parte superior do Hintze Hall.

Dois tours de meia hora pelo museu ocorrem em cada noite do evento, e o ingresso é cobrado separadamente, com valores que partem de 15 libras.

Como chegar até o museu?

O Museu de História Natural de Londres fica no bairro de South Kensington. Normalmente, o horário de funcionamento vai das 10h às 17h50 e a entrada é gratuita.

Dá para chegar ao museu de transporte público: de metrô, a estação South Kensington fica a cinco minutos de caminhada da entrada central do museu. A estação de Gloucester Road também é próxima. Várias linhas de ônibus levam até a região do museu, e também há estações para aluguel de bicicletas ali perto.

Leia tudo sobre Londres

Publicidade

Fonte: Turismo

Comentários Facebook
publicidade

Turismo

Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

Publicado

Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

Leia mais:  Mistério no Japão: mesmo alpinista é salvo duas vezes

Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

Leia mais:  Brasil e Bolívia assinam acordo de cooperação turística durante agenda bilateral em Brasília

Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana