Agro News

Maior vaquejada do Brasil vai ate domingo em Gurinhém, na Paraíba

Publicado

A Maior vaquejada do Brasil segue até domingo (17.11) em Gurinhém, na Paraíba, em Gurinhém, na Paraíba. O evento promete ser um marco para os amantes da vaquejada e do entretenimento, reunindo mais de 2 mil atletas e oferecendo uma estrutura grandiosa, apelidada de “Barretão do Nordeste”. A expectativa é que mais de 60 mil pessoas prestigiem as disputas e as atrações paralelas durante toda a semana.

A competição conta com diversas categorias, incluindo Profissional, Amador, Aspirante, Derby Portal ABQM, Master, Jovem e Feminina. Para a categoria Profissional, a premiação é de impressionantes R$185 mil, enquanto no total, mais de R$1,4 milhão serão distribuídos em prêmios. A etapa do Campeonato Betvip Portal, o maior campeonato de vaquejada do Brasil, promete disputar os títulos dos melhores vaqueiros e cavalos do ano.

Além das disputas, o público pode esperar uma programação diversificada de esportes e shows. A Arena PixBet abrigará competições de corrida de jegue, motocross, torneio de pixpoker, campeonato de beach tennis e futevôlei. Para os fãs de carros, haverá uma exposição de veículos clássicos e esportivos, além de uma feira agropecuária e um leilão de alto nível.

Leia mais:  Conab divulga lista mensal do PGPAF com descontos em parcelas do Pronaf para setembro

O sábado (16.11) será especial, com apresentações de Wesley Safadão, Leonardo, Rey Vaqueiro, Mari e Rayane, garantindo ainda mais animação ao evento, que já promete ser inesquecível.

A vaquejada não só é um grande evento para os entusiastas da cultura nordestina, mas também traz um significativo impacto econômico para Gurinhém e região, com a geração de empregos temporários e o fomento ao turismo local.

A Arena PixBet está localizada na rodovia BR-230, entre João Pessoa e Campina Grande, facilitando o acesso para os visitantes de todo o estado e de outros locais.

Serviço:

  • Evento: Arena PixBet de Vaquejada
  • Datas: 12 a 17 de novembro de 2024
  • Show: 16 de novembro com Wesley Safadão, Leonardo, Rey Vaqueiro, Mari e Rayane
  • Local: Gurinhém/PB – BR 230, KM 696

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

Publicado

O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

Leia mais:  Preço do feijão entra em nova fase após perdas climáticas no Paraná e retenção da oferta em Minas e Goiás

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

Leia mais:  Índice de Sustentabilidade Auera impulsiona gestão rural e fortalece agricultura familiar no Sul do Brasil

“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana